Disto e Daquilo
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| Categoria: | Arte e Entretenimento - Fotografia | - | |
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vidro em jarra
Publicado: 2010-08-21 às 18:30
Morreu Herman Leonard, o fotógrafo do jazz
Publicado: 2010-08-18 às 23:14
Imagem: Luis Sinco/Los Angeles Times/MCT
Herman Leonard, o norte-americano conhecido como o fotógrafo do jazz, morreu no sábado, em Los Angeles, aos 87 anos. Fotografou Ellington, Gillespie, Davis ou Fitzgerald e o seu lema era: ?Above all, enjoy the music?.
Leonard começou a sua carreira nos anos 1940 por ser amante da música jazz - como não tinha dinheiro para entrar nos clubes de Nova Iorque (como os Royal Roost, Birdland ou Bop City) foi através da fotografia que conseguiu assistir a concertos. Viveu em Nova Iorque, depois em Paris, e fotografou todos os nomes importantes do jazz. Captou para a posteridade Dexter Gordon, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Billie Holiday, Duke Ellington, Miles Davis, entre outros. Durante algum tempo foi o fotógrafo pessoal de Marlon Brando, e também fotografou para a revista ?Playboy? norte-americana.
Uma das fotografias mais famosas do autor e um dos melhores retratos de Herman Leonard mostra a cantora Ella Fitzgerald a cantar em Paris em 1960, com os olhos fechados e em absoluta concentração, com uma gota de suor a descer-lhe pelo pescoço.
Em 2006, o fotógrafo perdeu grande parte dos seus bens por causa do furacão Katrina que atingiu a sua casa em Nova Orleães e destruiu mais de 8 mil fotografias. Mas os negativos foram salvos, pois estavam depositados no Ogden Museum of Southern Art. O fotógrafo trabalhava agora com o músico Lenny Kravitz.
Leonard (6 de Março de 1923 ? 14 de Agosto de 2010) é autor do livro ?The Eye of Jazz? (editora Viking) e de ?Jazz? que sera publicado em Novembro pela Bloomsbury nos Estados Unidos. Fonte: Público.
Herman Leonard, o norte-americano conhecido como o fotógrafo do jazz, morreu no sábado, em Los Angeles, aos 87 anos. Fotografou Ellington, Gillespie, Davis ou Fitzgerald e o seu lema era: ?Above all, enjoy the music?.
Leonard começou a sua carreira nos anos 1940 por ser amante da música jazz - como não tinha dinheiro para entrar nos clubes de Nova Iorque (como os Royal Roost, Birdland ou Bop City) foi através da fotografia que conseguiu assistir a concertos. Viveu em Nova Iorque, depois em Paris, e fotografou todos os nomes importantes do jazz. Captou para a posteridade Dexter Gordon, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Billie Holiday, Duke Ellington, Miles Davis, entre outros. Durante algum tempo foi o fotógrafo pessoal de Marlon Brando, e também fotografou para a revista ?Playboy? norte-americana.
Uma das fotografias mais famosas do autor e um dos melhores retratos de Herman Leonard mostra a cantora Ella Fitzgerald a cantar em Paris em 1960, com os olhos fechados e em absoluta concentração, com uma gota de suor a descer-lhe pelo pescoço.
Em 2006, o fotógrafo perdeu grande parte dos seus bens por causa do furacão Katrina que atingiu a sua casa em Nova Orleães e destruiu mais de 8 mil fotografias. Mas os negativos foram salvos, pois estavam depositados no Ogden Museum of Southern Art. O fotógrafo trabalhava agora com o músico Lenny Kravitz.
Leonard (6 de Março de 1923 ? 14 de Agosto de 2010) é autor do livro ?The Eye of Jazz? (editora Viking) e de ?Jazz? que sera publicado em Novembro pela Bloomsbury nos Estados Unidos. Fonte: Público.
Sexta-feira 13
Publicado: 2010-08-13 às 15:28
Imagem: Joshua Hoffine
Hoje, sexta-feira 13, se está à procura de fotografias ?trash?, dê uma olhadela ao portefólio do artista e fotógrafo Joshua Hoffine. Especialista no assunto, Joshua monta um cenário específico para cada ensaio fotográfico. É uma série de etapas que vai de objectos de decoração até à maquilhagem horripilante, tudo para que o resultado final chegue o mais próximo possível da verdade ? o sangue, as expressões, texturas e luzes.
Isto mexe com a emoção de muitos que o vêem. O seu trabalho é mostrar o terror, a ira, o medo, a fome de matar, é o combustível para que cada ensaio se torne melhor que o outro. Quem o procura já sabe o que vai encontrar pela frente: sangue por todo lado, corpos dilacerados, olhares de espanto, apreensão e medo.
Hoffine que é de Kansas, Estados Unidos da América, não trabalha com montagens em programas de edição, sendo que só usa-os para fazer uns pequenos retoques (nas cores para impressão) nas suas obras de arte. É formado em literatura inglesa, iniciou sua carreira como fotógrafo de casamentos e hoje dedica-se à fotografia de horror. O primeiro resultado desse trabalho é a série ?After dark, my sweet?, que retrata o imaginário infantil dos contos de fada, usando o horror para explorar e provocar sensações. Hoffine tem um cuidado extremo com as suas fotografias, a cada série de fotos parece uma montagem de uma curta-metragem, sendo, os actores das fotos membros da sua família. Na base do seu trabalho está o amor pelos velhos cartoons da Disney, a combinação entre o dessas animações e os valores de produção dos grandes filmes de Hollywood.
Podem ver as principais etapas do processo fotográfico no seu blogue pessoal e o trabalho final no sítio oficial.
Hoje, sexta-feira 13, se está à procura de fotografias ?trash?, dê uma olhadela ao portefólio do artista e fotógrafo Joshua Hoffine. Especialista no assunto, Joshua monta um cenário específico para cada ensaio fotográfico. É uma série de etapas que vai de objectos de decoração até à maquilhagem horripilante, tudo para que o resultado final chegue o mais próximo possível da verdade ? o sangue, as expressões, texturas e luzes.
Isto mexe com a emoção de muitos que o vêem. O seu trabalho é mostrar o terror, a ira, o medo, a fome de matar, é o combustível para que cada ensaio se torne melhor que o outro. Quem o procura já sabe o que vai encontrar pela frente: sangue por todo lado, corpos dilacerados, olhares de espanto, apreensão e medo.
Hoffine que é de Kansas, Estados Unidos da América, não trabalha com montagens em programas de edição, sendo que só usa-os para fazer uns pequenos retoques (nas cores para impressão) nas suas obras de arte. É formado em literatura inglesa, iniciou sua carreira como fotógrafo de casamentos e hoje dedica-se à fotografia de horror. O primeiro resultado desse trabalho é a série ?After dark, my sweet?, que retrata o imaginário infantil dos contos de fada, usando o horror para explorar e provocar sensações. Hoffine tem um cuidado extremo com as suas fotografias, a cada série de fotos parece uma montagem de uma curta-metragem, sendo, os actores das fotos membros da sua família. Na base do seu trabalho está o amor pelos velhos cartoons da Disney, a combinação entre o dessas animações e os valores de produção dos grandes filmes de Hollywood.
Podem ver as principais etapas do processo fotográfico no seu blogue pessoal e o trabalho final no sítio oficial.
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