Ame as pessoas ? incondicionalmente. Se tiver algumas condições em mente, você nunca será capaz de amar; essas condições virarão barreiras. Se o amor faz bem a você, por que se importar com condições? Se faz tão bem, se causa um bem-estar tão profundo - ame incondicionalmente, não peça nada em troca. Se você entender que só amando aumentará seu destemor, você amará apenas pelo prazer que isso lhe dá!
As pessoas comuns amam só quando suas condições são atendidas. Elas dizem, ?Você tem que ser deste jeito, só assim eu amarei você?. A mãe diz para o filho, ?Eu o amarei só se você se comportar direito?. A mulher diz ao marido, ?Você tem que ser deste jeito, só assim posso amá- lo?. Todo mundo estabelece condições; o amor desaparece.
O amor é um céu infinito! Você não pode confiná-lo em espaços exíguos, condicioná-lo, limitá-lo. Se você areja a casa e depois fecha tudo - todas as janelas, todas as portas ?, logo ela fica mofada. Sempre que o amor acontece ele insufla liberdade; você leva ar fresco para a sua casa, mas tudo logo fica mofado, empoeirado.
Esse é um grande problema para toda a humanidade ? tem sido de fato um problema. Quando você ama, tudo parece lindo, pois nesses momentos você não impõe condições. Duas pessoas se aproximam uma da outra incondicionalmente. Depois que firmam um compromisso, que passam a ter certeza do amor uma da outra, então as condições são estabelecidas: ?Você tem que ser assim, tem que se comportar assim, só dessa forma eu posso amá-lo? ? como se o amor fosse uma barganha.
Se você não ama de todo o coração, está barganhando. Você quer forçar a outra pessoa a fazer alguma coisa por você, só então você ama; do contrário, você trairá seu amor. Você está usando seu amor como uma punição, ou como uma imposição, mas não está amando. Ou você nega seu amor ou o demonstra, mas em ambos os casos o amor em si não é a finalidade; a finalidade é outra.
Se você tem uma esposa, então dá presentes a ela ? ela fica feliz, abraça você, o beija; mas, quando você não traz nada para casa, vocês se distanciam; ela não o abraça, não chega perto de você. Quando você faz coisas desse tipo está esquecendo que, quando ama, o amor faz bem a você, não só aos outros. O amor, em primeiro lugar, faz bem àqueles que amam. E, depois, faz bem àqueles que são amados.
As pessoas vêm até mim e sempre me dizem, ?Tal pessoa não me ama?. Ninguém chega e diz, ?Eu não amo tal pessoa?. O amor virou uma exigência: ?O outro não me ama. ?
Esqueça o outro! O amor é um fenômeno tão lindo, se você ama você usufrui.
Osho, em "Coragem: O Prazer de Viver Perigosamente"
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Palavras de Osho
Dicas diárias de Osho, místico cuja mensagem e técnicas de meditação ativa são convites ao presente, à vida, ao amor, à liberdade e ao riso.
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Se tiver algumas condições em mente, você nunca será capaz de amar
Publicado: 2013-05-23 às 01:45
A meditação tem alguma coisa a ver com religião?
Publicado: 2013-05-19 às 22:22
Dissolvi qualquer conotação religiosa ? um Hindu pode permanecer um Hindu e ainda assim meditar ? tornar a meditação disponível para todos sem nenhuma condição, seja Hindu, Judeu, Cristão. . . Qualquer um pode participar.
A beleza é que se alguém medita, cedo ou tarde seu hinduísmo irá desaparecer. Isso não pode permanecer com a meditação. Então porque preocupar-se com hinduísmo quando temos um segredo o qual irá automaticamente dispersar toda escuridão em suas mentes?
Quero que a meditação torne-se quase universal. Esta só pode se tornar universal se não estiver conectada a nenhuma religião, a nenhuma política, a nenhuma ideologia ? e ela não está.
É um método simples. Mesmo um ateísta pode meditar, não há nenhum problema. Não pedimos a ele que creia em Deus, não pedimos a ele para acreditar em coisa alguma. Simplesmente dizemos a ele: ?Aqui está um método que você pode tentar. Hipoteticamente, se você achar algo, ótimo. Se não, deixe-a. ?
E qualquer um que tenha tentado meditação jamais retornou de mãos vazias.
Osho, em coletiva de imprensa
Via: www. osho. com
Imagem por halfrain
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A beleza é que se alguém medita, cedo ou tarde seu hinduísmo irá desaparecer. Isso não pode permanecer com a meditação. Então porque preocupar-se com hinduísmo quando temos um segredo o qual irá automaticamente dispersar toda escuridão em suas mentes?
Quero que a meditação torne-se quase universal. Esta só pode se tornar universal se não estiver conectada a nenhuma religião, a nenhuma política, a nenhuma ideologia ? e ela não está.
É um método simples. Mesmo um ateísta pode meditar, não há nenhum problema. Não pedimos a ele que creia em Deus, não pedimos a ele para acreditar em coisa alguma. Simplesmente dizemos a ele: ?Aqui está um método que você pode tentar. Hipoteticamente, se você achar algo, ótimo. Se não, deixe-a. ?
E qualquer um que tenha tentado meditação jamais retornou de mãos vazias.
Osho, em coletiva de imprensa
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O que é meditação?
Publicado: 2013-05-17 às 01:25
Meditação é um estado de não-mente. Meditação é um estado de consciência pura sem conteúdo. Normalmente, sua consciência está repleta de lixo, como um espelho coberto de poeira. Há um tráfego constante na mente: pensamentos estão se movendo, desejos, memórias, ambições estão se movendo ? é um tráfego contínuo! Dia após dia! Mesmo quando você está dormindo, a mente está funcionando, sonhando; continua pensando, continua com suas preocupações e ansiedades. Ela está se preparando para o dia seguinte; no fundo, uma preparação já está acontecendo.
Esse é o estado não-meditativo. A meditação é exatamente o oposto. Quando o tráfego cessa e não há mais pensamentos movendo-se e desejos agitando-o, você está totalmente silencioso ? este silêncio é meditação. E só nesse silêncio a verdade é conhecida, nunca de outro modo. Meditação é um estado de não-mente.
Você não pode encontrar a meditação através da mente, pois a mente perpetua a si mesma. Você só pode encontrar a meditação colocando a mente de lado, sendo calmo, indiferente, desidentificando-se dela; vendo seu movimento, mas sem se identificar, sem pensar que você é a mente.
Meditar é ter consciência de que você não é a mente. Quando esta consciência vai mais e mais a fundo em você, bem lentamente alguns momentos chegam ? momentos de silêncio, momentos de total pureza, momentos de transparência nos quais nada o agita e tudo está sereno. Nesses momentos de tranquilidade você sabe quem você é, e conhece o mistério dessa existência.
E chega um dia, um dia abençoado, no qual a meditação se torna seu estado natural.
A mente não é natural; ela nunca se torna natural. E a meditação é um estado natural que foi perdido. É um paraíso perdido, mas o paraíso pode ser recuperado. Olhe para os olhos de uma criança, olhe e verá um profundo silêncio, uma inocência. Toda criança vem com um estado meditativo, mas ela tem que ser iniciada nos caminhos da sociedade ? tem que aprender como pensar, como calcular, como raciocinar, como argumentar; tem que aprender palavras, linguagens, conceitos. E, pouco a pouco, ela perde o contato com sua própria inocência. Torna-se contaminada, poluída pela sociedade; torna-se um mecanismo eficiente e deixa de ser humana.
Recuperar esse estado novamente é tudo o que é preciso. Você já o conheceu antes, por isso, quando entrar pela primeira vez na meditação, ficará surpreso ? um sentimento muito forte de que você já conheceu esse estado antes surgirá em você. E essa sensação é verdadeira: você já o conheceu antes; apenas se esqueceu. O diamante se perdeu num monte de lixo. Mas se você puder tirar esse lixo de cima, descobrirá o diamante novamente ? ele é seu.
Na verdade, ele não pode ser perdido; apenas esquecido. Nós nascemos como meditadores, depois aprendemos os caminhos da mente. Mas nossa natureza real permanece escondida em algum lugar, bem no fundo, como uma subcorrente. Qualquer dia, cavando um pouquinho, você descobrirá que a fonte, a fonte de águas puras, ainda está fluindo. E a maior felicidade na vida é descobrir isso.
Osho, em "O Livro Orange"
Imagem por atconc
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Esse é o estado não-meditativo. A meditação é exatamente o oposto. Quando o tráfego cessa e não há mais pensamentos movendo-se e desejos agitando-o, você está totalmente silencioso ? este silêncio é meditação. E só nesse silêncio a verdade é conhecida, nunca de outro modo. Meditação é um estado de não-mente.
Você não pode encontrar a meditação através da mente, pois a mente perpetua a si mesma. Você só pode encontrar a meditação colocando a mente de lado, sendo calmo, indiferente, desidentificando-se dela; vendo seu movimento, mas sem se identificar, sem pensar que você é a mente.
Meditar é ter consciência de que você não é a mente. Quando esta consciência vai mais e mais a fundo em você, bem lentamente alguns momentos chegam ? momentos de silêncio, momentos de total pureza, momentos de transparência nos quais nada o agita e tudo está sereno. Nesses momentos de tranquilidade você sabe quem você é, e conhece o mistério dessa existência.
E chega um dia, um dia abençoado, no qual a meditação se torna seu estado natural.
A mente não é natural; ela nunca se torna natural. E a meditação é um estado natural que foi perdido. É um paraíso perdido, mas o paraíso pode ser recuperado. Olhe para os olhos de uma criança, olhe e verá um profundo silêncio, uma inocência. Toda criança vem com um estado meditativo, mas ela tem que ser iniciada nos caminhos da sociedade ? tem que aprender como pensar, como calcular, como raciocinar, como argumentar; tem que aprender palavras, linguagens, conceitos. E, pouco a pouco, ela perde o contato com sua própria inocência. Torna-se contaminada, poluída pela sociedade; torna-se um mecanismo eficiente e deixa de ser humana.
Recuperar esse estado novamente é tudo o que é preciso. Você já o conheceu antes, por isso, quando entrar pela primeira vez na meditação, ficará surpreso ? um sentimento muito forte de que você já conheceu esse estado antes surgirá em você. E essa sensação é verdadeira: você já o conheceu antes; apenas se esqueceu. O diamante se perdeu num monte de lixo. Mas se você puder tirar esse lixo de cima, descobrirá o diamante novamente ? ele é seu.
Na verdade, ele não pode ser perdido; apenas esquecido. Nós nascemos como meditadores, depois aprendemos os caminhos da mente. Mas nossa natureza real permanece escondida em algum lugar, bem no fundo, como uma subcorrente. Qualquer dia, cavando um pouquinho, você descobrirá que a fonte, a fonte de águas puras, ainda está fluindo. E a maior felicidade na vida é descobrir isso.
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Você continua vivendo como um zumbi
Publicado: 2013-05-15 às 02:29
Você continua vivendo como um zumbi - uma vida de rotina, todos os dias, repetindo o mesmo - sem nunca pensar que você ainda não fez a coisa mais importante: você ainda não encontrou a si mesmo.
Você não atingiu a consciência de si mesmo, você está empenhado em fazer o seu ego tão grande quanto possível.
Mas o ego é seu inimigo, não seu amigo. É o ego que lhe dá feridas e te machuca. É o ego que faz você violento, furioso, ciumento, competitivo. É o ego que está continuamente comparando e sentindo-se miserável.
A consciência de si mesmo é a consciência do seu mundo interior, o reino de Deus. Quando você se torna ciente da enorme beleza do seu próprio ser - a sua alegria, a sua luz, a sua vida eterna, a sua riqueza, o seu amor transbordante - você se sente tão abençoado que pode abençoar o mundo inteiro, sem qualquer discriminação.
Mate o ego, porque ele está escondendo sua alma autêntica. E descubra sua alma, que vai ser a sua consciência de si mesmo.
Osho, em "The Hidden Splendor"
Imagem por Evil Cheese Scientist
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Você não atingiu a consciência de si mesmo, você está empenhado em fazer o seu ego tão grande quanto possível.
Mas o ego é seu inimigo, não seu amigo. É o ego que lhe dá feridas e te machuca. É o ego que faz você violento, furioso, ciumento, competitivo. É o ego que está continuamente comparando e sentindo-se miserável.
A consciência de si mesmo é a consciência do seu mundo interior, o reino de Deus. Quando você se torna ciente da enorme beleza do seu próprio ser - a sua alegria, a sua luz, a sua vida eterna, a sua riqueza, o seu amor transbordante - você se sente tão abençoado que pode abençoar o mundo inteiro, sem qualquer discriminação.
Mate o ego, porque ele está escondendo sua alma autêntica. E descubra sua alma, que vai ser a sua consciência de si mesmo.
Osho, em "The Hidden Splendor"
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Não há nada mais para conseguir
Publicado: 2013-05-14 às 02:14
Quando duas essências se encontram, existe amor. E o amor é um fenômeno alquímico ? assim como o hidrogênio e o oxigênio se encontram e algo novo, a água, é criado.
Você pode ter hidrogênio, pode ter oxigênio, mas, se estiver com sede, eles serão inúteis. Você pode ter tanto oxigênio quanto quiser, mas a sede não desaparecerá.
Quando duas coisas se encontram, uma coisa nova é criada. Essa coisa é o amor. E ele é como a água; a sede de muitas, muitas vidas é saciada. De repente, você fica satisfeito.
Esse é o sinal visível do amor; você fica satisfeito, como se tivesse conseguido tudo. Não há nada mais para conseguir; você alcançou o seu objetivo. Não há outro objetivo além desse, o destino está cumprido. A semente virou uma flor, chegou ao seu florescimento máximo.
O contentamento profundo é o sinal visível do amor. Sempre que uma pessoa está amando, ela sente um profundo contentamento. O amor não pode ser visto, mas o contentamento, a satisfação profunda que a rodeia. . . sua respiração, cada movimento, todo seu ser demonstra contentamento.
Você pode se surpreender quando lhe digo que o amor faz com que você não tenha desejos, mas o desejo vem do descontentamento. Você deseja porque não tem. Deseja porque acha que, se tivesse algo, isso lhe daria contentamento. O desejo nasce do descontentamento.
Quando existe amor e duas essências se encontraram, dissolveram-se, fundiram-se e nasceu uma nova qualidade alquímica, o contentamento está presente. É como se toda a existência tivesse parado ? nenhum movimento.
Então o instante presente é o único instante. E aí você pode dizer, ?Ah, este bolo está uma delícia?.
Mesmo a morte não significa nada para o homem que ama.
Osho, em "Coragem: O Prazer de Viver Perigosamente"Imagem por Stu Willis
Publicado no blog palavras de Osho
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Você pode ter hidrogênio, pode ter oxigênio, mas, se estiver com sede, eles serão inúteis. Você pode ter tanto oxigênio quanto quiser, mas a sede não desaparecerá.
Quando duas coisas se encontram, uma coisa nova é criada. Essa coisa é o amor. E ele é como a água; a sede de muitas, muitas vidas é saciada. De repente, você fica satisfeito.
Esse é o sinal visível do amor; você fica satisfeito, como se tivesse conseguido tudo. Não há nada mais para conseguir; você alcançou o seu objetivo. Não há outro objetivo além desse, o destino está cumprido. A semente virou uma flor, chegou ao seu florescimento máximo.
O contentamento profundo é o sinal visível do amor. Sempre que uma pessoa está amando, ela sente um profundo contentamento. O amor não pode ser visto, mas o contentamento, a satisfação profunda que a rodeia. . . sua respiração, cada movimento, todo seu ser demonstra contentamento.
Você pode se surpreender quando lhe digo que o amor faz com que você não tenha desejos, mas o desejo vem do descontentamento. Você deseja porque não tem. Deseja porque acha que, se tivesse algo, isso lhe daria contentamento. O desejo nasce do descontentamento.
Quando existe amor e duas essências se encontraram, dissolveram-se, fundiram-se e nasceu uma nova qualidade alquímica, o contentamento está presente. É como se toda a existência tivesse parado ? nenhum movimento.
Então o instante presente é o único instante. E aí você pode dizer, ?Ah, este bolo está uma delícia?.
Mesmo a morte não significa nada para o homem que ama.
Osho, em "Coragem: O Prazer de Viver Perigosamente"Imagem por Stu Willis
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