Depois do pudim de morango e manjericão, outras combinações se impunham. Que o diga a Babette que logo se pôs a fazer pudins estrondosos a fazer-me crescer água na boca e a atiçar-me a imaginação, por isso segue este para a lista: pêssego temperado com tomilho e gengibre.
Ingredientes:
1 embalagem de gelatina de pêssego
250 ml de água
1 raminho de tomilho
1 pedaço de gengibre fresco com cerca de 1 cm sem casca
1 iogurte natural
1 pêssego
Preparação:
Ferva a água com o tomilho e o gengibre. Deixe descansar por 5 minutos.
Retire o tomilho e o gengibre e dissolva a gelatina nessa infusão.
Pele o pêssego, retire-lhe o caroço e triture-o no liquidificador juntamente com o iogurte.
Junte a gelatina e misture.
Verta o preparado para formas ou taças individuais, previamente passadas por água fria e leve ao frigorífico até gelatinarem.
Antes de servir passe as formas por água quente e desenforme.
De Cozinha em Cozinha passando pela Minha
Receitas da autora e uma espreitadela a outras cozinhas
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Pudim de Pêssego, Tomilho e Gengibre
Publicado: 2010-09-01 às 10:00
Refresco de Melancia, Hortelã e Lima
Publicado: 2010-08-31 às 09:45
Tem estado calor e apetece-me um refresco. Não sei mais que vos diga.
Ingredientes:
1 fatia de melancia (cerca de 150 gr. já sem a casca)
1 lima
2 a 3 rancos de hortelã
Açucar q. b.
1 garrafa de água Castelo
Preparação:
Num copo deite 1 colher de sobremesa de açúcar, uma rodela fininha de lima, um ramo pequeno de hortelã e um pouco de água Castelo. Pise a hortelã e a lima utilizando uma colher ou um pilão, se o copo for resistente.
Retire a hortelã moída.
No liquidificador triture a melancia, juntamente com o sumo da lima e a água Castelo.
Deite no copo, acrescente açúcar se necessário e enfeite com uma rodela de lima e hortelã.
Ingredientes:
1 fatia de melancia (cerca de 150 gr. já sem a casca)
1 lima
2 a 3 rancos de hortelã
Açucar q. b.
1 garrafa de água Castelo
Preparação:
Num copo deite 1 colher de sobremesa de açúcar, uma rodela fininha de lima, um ramo pequeno de hortelã e um pouco de água Castelo. Pise a hortelã e a lima utilizando uma colher ou um pilão, se o copo for resistente.
Retire a hortelã moída.
No liquidificador triture a melancia, juntamente com o sumo da lima e a água Castelo.
Deite no copo, acrescente açúcar se necessário e enfeite com uma rodela de lima e hortelã.
Peixe ao vapor em arroz de mariscos e legumes e mais um AC - Almoçar no Escritório
Publicado: 2010-08-30 às 13:49
Esta refeição, tal como a apresento aqui, foi um improviso para um daqueles jantares em que não sabemos bem o que fazer e não planeamos nada. Utilizei peixe ultra-congelado (lombos de pescada) e cocktail de marisco também ultra-congelado. Do frio veio também o feijão verde (gosto sempre de ter uma embalagem no congelador daquele feijão verde curto e redondinho) e o pimento e a courgete, embora estes congelados em casa. Desnecessário será dizer que se a refeição ficou saborosíssima, teria ficado sensacional com ingredientes frescos.
Quanto ao modo de cozedura do peixe, é uma forma que já uso faz algum tempo, que me permite poupar tempo, água, energia e tachos. Normalmente faço-o com arroz branco e tempero generosamente o peixe apenas com Ervas de Provença. Assim que a água do arroz começa a evaporar, pouso o peixe no próprio arroz e deixo cozinhar no calor do tacho. O peixe fica macio e as Ervas de Provença dão-lhe um excelente sabor e ao contrário do que possam pensar o arroz não fica a saber a peixe ou a Ervas de Provença. Neste caso, optei por temperar o peixe normalmente, com sal e sumo de limão, e acrescentei, no momento de o levar ao tacho, Oregãos da Serra de Tavira, adquiridos aqui.
Pode optar por partir o peixe em pedaços e juntá-los na confecção do arroz, ou até dispensá-lo de todo, uma vez que este arroz, só por si, dá uma refeição. Sobrando têm aqui um óptimo Almoço de Escritório, de fazer crescer água na boca aos vossos colegas.
Ingredientes:
1 filete de peixe por pessoa (convém que seja alto, podem usar medalhões ou lombos de pescada ultra-congelados, como é o casos destes)
1 chávena de arroz
2 chávenas de água
1/2 embalagem de cocktail de marisco
1/2 courgete
50 gr de feijão verde
1 cenoura
1/2 pimento
1 cebola
1 dente de alho
1 pedaço de chouriço
1 folha de louro
Oregãos da Serra de Tavira
1 raminho de salsa
Malagueta seca
1 colher de café de açafrão
Limão
Sal q. b.
Preparação:
Descongele a mistura de marisco (utilizando o microondas se for na hora)
Tempere o peixe com sal e limão. Se utilizar peixe congelado, não precisa de descongelar previamente.
Parta a courgete em meias luas, o pimento em tiras e a cenoura em cubos. Prepare o feijão verde e corte em pedaços.
Pique a cebola, esmague o alho e corte o chouriço em cubos.
Pinte o fundo de um tacho largo com azeite. Refogue nele a cebola, o alho e o chouriço, juntando a folha de louro e uma ponta de malagueta seca.
Quando a cebola começar a ficar transparente junte o marisco e os legumes. Envolva. Vão largar alguma água, mas não se preocupe, deixe-os estufar um pouco nesse liquido.
Quando o liquido estiver quase totalmente evaporado, acrescente 2 chávenas de água quente.
Tempere de sal e junte o ramo de salsa.
Começando a água a ferver, acrescente o arroz. Mexa. Junte o açafrão e levantando fervura reduza o calor do fogão para o mínimo.
Começando a água a evaporar a ponto de ver os bagos do arroz, pouse com cuidado o peixe no próprio arroz e polvilhe com os oregãos.
Deixe acabar de cozinhar. Quando o arroz estiver pronto, também estará o peixe.
Aqui está a versão AC - Almoçar no Escritório:
Quanto ao modo de cozedura do peixe, é uma forma que já uso faz algum tempo, que me permite poupar tempo, água, energia e tachos. Normalmente faço-o com arroz branco e tempero generosamente o peixe apenas com Ervas de Provença. Assim que a água do arroz começa a evaporar, pouso o peixe no próprio arroz e deixo cozinhar no calor do tacho. O peixe fica macio e as Ervas de Provença dão-lhe um excelente sabor e ao contrário do que possam pensar o arroz não fica a saber a peixe ou a Ervas de Provença. Neste caso, optei por temperar o peixe normalmente, com sal e sumo de limão, e acrescentei, no momento de o levar ao tacho, Oregãos da Serra de Tavira, adquiridos aqui.
Pode optar por partir o peixe em pedaços e juntá-los na confecção do arroz, ou até dispensá-lo de todo, uma vez que este arroz, só por si, dá uma refeição. Sobrando têm aqui um óptimo Almoço de Escritório, de fazer crescer água na boca aos vossos colegas.
Ingredientes:
1 filete de peixe por pessoa (convém que seja alto, podem usar medalhões ou lombos de pescada ultra-congelados, como é o casos destes)
1 chávena de arroz
2 chávenas de água
1/2 embalagem de cocktail de marisco
1/2 courgete
50 gr de feijão verde
1 cenoura
1/2 pimento
1 cebola
1 dente de alho
1 pedaço de chouriço
1 folha de louro
Oregãos da Serra de Tavira
1 raminho de salsa
Malagueta seca
1 colher de café de açafrão
Limão
Sal q. b.
Preparação:
Descongele a mistura de marisco (utilizando o microondas se for na hora)
Tempere o peixe com sal e limão. Se utilizar peixe congelado, não precisa de descongelar previamente.
Parta a courgete em meias luas, o pimento em tiras e a cenoura em cubos. Prepare o feijão verde e corte em pedaços.
Pique a cebola, esmague o alho e corte o chouriço em cubos.
Pinte o fundo de um tacho largo com azeite. Refogue nele a cebola, o alho e o chouriço, juntando a folha de louro e uma ponta de malagueta seca.
Quando a cebola começar a ficar transparente junte o marisco e os legumes. Envolva. Vão largar alguma água, mas não se preocupe, deixe-os estufar um pouco nesse liquido.
Quando o liquido estiver quase totalmente evaporado, acrescente 2 chávenas de água quente.
Tempere de sal e junte o ramo de salsa.
Começando a água a ferver, acrescente o arroz. Mexa. Junte o açafrão e levantando fervura reduza o calor do fogão para o mínimo.
Começando a água a evaporar a ponto de ver os bagos do arroz, pouse com cuidado o peixe no próprio arroz e polvilhe com os oregãos.
Deixe acabar de cozinhar. Quando o arroz estiver pronto, também estará o peixe.
Aqui está a versão AC - Almoçar no Escritório:
1º Aniversário
Publicado: 2010-08-27 às 09:00
E passou um ano. . . o primeiro de andanças de cozinha em cozinha a aprender novos sabores e aromas e a deixar um bocadinho dos que fazem as minhas delicias em cada um dos vossos cantinhos.
Muito tenho aprendido das artes culinárias, de sabores que desconhecia, crescendo a cada dia a minha curiosidade e vontade de experimentar e aprendi definitivamente que a culinária é uma arte tão antiga e tão universal, que nada do que se faça hoje é realmente novo. É uma renovação ou um aperfeiçoamento do que já existe, uma adaptação a novos tempos e meios. Por isso nenhum prato que saia da minha cozinha é realmente meu - eu não inventei ou criei nada. As técnicas, os ingredientes são todos pré-existentes. Comecei por aprender com a minha mãe e com a minha avó e elas, por sua vez, com outras pessoas: mães, avós e tias, depois com as amigas e vizinhas, que tinham também aprendido de alguém, passando receitas em papelinhos que transcreviam para os seus "Cadernos de Receitas" e passavam às filhas e assim iam as receitas numa corrente de mão em mão e de boca em boca. Continuei, depois, a aprender com tantas outras pessoas e hoje continuo a fazer parte dessa cadeia de transmissões infinitas, recriando e renovando sabores e temperos que vêm de outras cozinhas para a minha, dando em troca aquilo que sei.
A blogosfera veio confirmar a universalidade e intemporalidade das cozinhas. Hoje não só aprendemos com os que nos estão próximos, como também com quem está a kilómetros e fusos horários de distância. Em segundos o muito longe se faz muito perto.
Porém, mais do que a riqueza culinária, o que este blogue me trouxe foi a possibilidade de me cruzar com pessoas maravilhosas que, de um modo ou doutro, me enriqueceram com a sua simpatia e carinho e partilha de vida. A todos o meu muito obrigada e até breve por essas cozinhas fora. Parabéns a vocês!
Muito tenho aprendido das artes culinárias, de sabores que desconhecia, crescendo a cada dia a minha curiosidade e vontade de experimentar e aprendi definitivamente que a culinária é uma arte tão antiga e tão universal, que nada do que se faça hoje é realmente novo. É uma renovação ou um aperfeiçoamento do que já existe, uma adaptação a novos tempos e meios. Por isso nenhum prato que saia da minha cozinha é realmente meu - eu não inventei ou criei nada. As técnicas, os ingredientes são todos pré-existentes. Comecei por aprender com a minha mãe e com a minha avó e elas, por sua vez, com outras pessoas: mães, avós e tias, depois com as amigas e vizinhas, que tinham também aprendido de alguém, passando receitas em papelinhos que transcreviam para os seus "Cadernos de Receitas" e passavam às filhas e assim iam as receitas numa corrente de mão em mão e de boca em boca. Continuei, depois, a aprender com tantas outras pessoas e hoje continuo a fazer parte dessa cadeia de transmissões infinitas, recriando e renovando sabores e temperos que vêm de outras cozinhas para a minha, dando em troca aquilo que sei.
A blogosfera veio confirmar a universalidade e intemporalidade das cozinhas. Hoje não só aprendemos com os que nos estão próximos, como também com quem está a kilómetros e fusos horários de distância. Em segundos o muito longe se faz muito perto.
Porém, mais do que a riqueza culinária, o que este blogue me trouxe foi a possibilidade de me cruzar com pessoas maravilhosas que, de um modo ou doutro, me enriqueceram com a sua simpatia e carinho e partilha de vida. A todos o meu muito obrigada e até breve por essas cozinhas fora. Parabéns a vocês!
Trifle de Pêssego
Publicado: 2010-08-26 às 10:13
Lá em casa os almoços de Domingo costumam ser esmerados. Mesmo que optemos pelo churrasco, gosto sempre de preparar algo mais, ou umas entradas ou um acompanhamento, que transforme a refeição num momento de descontracção. Saborear em total relax. Claro que a sobremesa não pode faltar e como normalmente, enquanto se petisca e saboreia, se come e bebe um pouco mais do que o habitual, procuro fazer sobremesas leves, mas doces q. b. , que nos dêem um final de refeição perfeito. Desta vez coube a honra aos pêssegos para um trifle bem fresquinho.
Ingredientes (para 2 pessoas):
Bolo simples (utilizei esta receita básica reduzindo as quantidades tendo como ponto de partida apenas 1 ovo)
2 pêssegos
1 vagem de baunilha
1 chávena de vinho doce branco
1 chávena de água
1/2 vagem de baunilha Bourbon
1/4 chávena de açúcar mascavado
100 gr de queijo creme
1 iogurte grego
Preparação:
Faça o bolo, desenforme e deixe arrefecer. Em alternativa, pode também utilizar palitos La Reine ou biscoitos de champanhe.
Descasque os pêssegos (ou pele-os mergulhando-os em água a ferver, depois de fazer um corte em cruz na sua base) e abra-os a meio. Reserve uma metade e parta os restantes em pequenos quadrados.
Com uma faca afiada abra a vagem de baunilha no sentido longitudinal e raspe as sementes.
Num tacho leve ao lume o vinho, a água, o açúcar e a vagem e sementes de baunilha. Mexa para ajudar a dissolver o açúcar.
Quando começar a ferver junte os cubos de pêssego e reduza para o mínimo. Deixe cozer os pêssegos nessa calda durante 15 a 20 minutos. Retire os pêssegos e reserve a calda.
No liquidificador bata a metade de pêssego que reservou com o queijo creme e o iogurte.
Parta o bolo em pedaços pequenos.
Cubra o fundo de cada taça com pedaços de bolo.
Regue com a calda de cozer os pêssegos e amasse um pouco o bolo.
Por cima, distribua uma camada de pêssegos e cubra com o creme de queijo e iogurte.
Repita: mais uma camada de bolo, umas colheradas de calda, pêssego e creme como a última a camada.
Leve ao frigorífico por várias horas e sirva bem fresco.
Ingredientes (para 2 pessoas):
Bolo simples (utilizei esta receita básica reduzindo as quantidades tendo como ponto de partida apenas 1 ovo)
2 pêssegos
1 vagem de baunilha
1 chávena de vinho doce branco
1 chávena de água
1/2 vagem de baunilha Bourbon
1/4 chávena de açúcar mascavado
100 gr de queijo creme
1 iogurte grego
Preparação:
Faça o bolo, desenforme e deixe arrefecer. Em alternativa, pode também utilizar palitos La Reine ou biscoitos de champanhe.
Descasque os pêssegos (ou pele-os mergulhando-os em água a ferver, depois de fazer um corte em cruz na sua base) e abra-os a meio. Reserve uma metade e parta os restantes em pequenos quadrados.
Com uma faca afiada abra a vagem de baunilha no sentido longitudinal e raspe as sementes.
Num tacho leve ao lume o vinho, a água, o açúcar e a vagem e sementes de baunilha. Mexa para ajudar a dissolver o açúcar.
Quando começar a ferver junte os cubos de pêssego e reduza para o mínimo. Deixe cozer os pêssegos nessa calda durante 15 a 20 minutos. Retire os pêssegos e reserve a calda.
No liquidificador bata a metade de pêssego que reservou com o queijo creme e o iogurte.
Parta o bolo em pedaços pequenos.
Cubra o fundo de cada taça com pedaços de bolo.
Regue com a calda de cozer os pêssegos e amasse um pouco o bolo.
Por cima, distribua uma camada de pêssegos e cubra com o creme de queijo e iogurte.
Repita: mais uma camada de bolo, umas colheradas de calda, pêssego e creme como a última a camada.
Leve ao frigorífico por várias horas e sirva bem fresco.
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