Certa noite, o Chico alquebrado pelos obstáculos orava, antes do sono, rogando a Jesus múltiplas medidas e soluções para os problemas que o apoquentavam.
Mais de quarenta minutos já havia empregado no petitório, quando lhe surgiu dona Maria João de Deus que lhe falou, bondosa:
- Meu filho, faça suas orações, porque sem a prece não conseguimos a renovação de nossas forças espirituais, entretanto, não será por muito falar que você será atendido. . .
- Então, como devo fazer em minhas suplicas? ? perguntou o médium desapontado.
- Você sabe que Jesus também pede alguma coisa de nós. . . ? disse o espírito materno.
- Sim, Nosso Senhor recomenda-nos humildade, paciência, fé, bom ânimo, caridade e amor ao próximo no cumprimento de nossos deveres.
- Pois, façamos o que Jesus nos pede e Jesus fará por nós o que lhe pedimos. Está certo?
E o Chico recebendo a lição aprendeu que orar não é falar e mover os lábios, indefinidamente.
Livro: Lindos casos de Chico Xavier ? Autor: Ramiro Gama
Espiritismo na Internet
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A lição da suplica
Publicado: 2010-08-30 às 01:42
Tristeza que fere
Publicado: 2010-08-29 às 20:30
O homem chegou em casa, naquela noite, trazendo o mau humor que o caracterizava há alguns meses. Afinal, eram tantos os problemas e as dificuldades, que ele se transformara em um ser amargo, triste, mal-humorado.
Colocou a mão na maçaneta da porta e a abriu. A luz acesa na cozinha iluminava fracamente a sala que ele adentrou. Deteve o passo e pôde ouvir a voz do filho de seus quatro anos de idade:
Mamãe, por que papai está sempre triste?
Não sei, amor, respondeu a mãe, com paciência. Ele deve estar preocupado com seus negócios.
O homem parou, sem coragem de avançar e continuou ouvindo:
Que são negócios, mamãe?
São as lutas da vida, filho.
Houve uma pequena pausa e depois, a voz infantil se fez ouvir outra vez:
Papai fica alegre nos negócios?
Fica, sim, respondeu a mãe.
Mas, então, por que fica triste em casa?
Sensibilizado, o pai de família pôde ouvir a esposa explicar ao pequenino:
Nas lutas de cada dia, meu filho, seu pai deve sempre demonstrar contentamento. Deve ser alegre para agradar o chefe da repartição e os clientes. É importante para o trabalho dele.
Mas, quando ele volta para casa, ele traz muitas preocupações. Se fora de casa precisa cuidar para não ferir os outros e mostrar alegria, gentileza, não acontece o mesmo em casa.
Aqui é o lar, meu filho, onde ele está com o direito de não esconder o seu cansaço, as suas preocupações.
A criança pareceu escutar atenta e depois, suspirando, como se tivesse pensado por longo tempo, desabafou:
Que pena, hein, mãe? Eu gostaria tanto de ter um pai feliz, ao menos de vez em quando. Gostaria que ele chegasse em casa e me pegasse no colo, brincasse comigo. Sorrisse para mim. Eu gostaria tanto. . .
Naquele momento, o homem pareceu sentir as pernas bambearem. Um líquido estranho lhe escorreu dos olhos e ele se descobriu chorando.
Meu Deus, pensou. Como estou maltratando minha família.
E, ainda emocionado, irrompeu pela cozinha, abriu os braços, correu para o menino e o abraçou forte.
Filho, vamos brincar? Foi o que perguntou. * * *
Não há quem não tenha problemas, lutas e dificuldades. Compete, no entanto, saber administrá-las de forma a que elas não se tornem um fantasma de tristeza, um motivo de autocompaixão.
Mesmo porque ninguém tem somente coisas ruins em sua vida. Ao lado das lutas constantes, existem sempre as compensações que Deus providencia.
Ter um lar, esposa, filhos, família, pais amorosos é o oásis de paz que a Divindade nos concede a fim de que restabeleçamos as forças para o prosseguimento do bom combate. * * *
A alegria espalha bênçãos onde se manifeste.
A alegria pura contamina os que estão em volta. Por isso, recuperemos a coragem na arena de combate que a vida diária nos impõe e vitalizemos a alegria.
Não sejamos semeadores de sombras, antes sejamos como o sol que sorri gentil e tudo ilumina onde se faz presente.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 13 do livro Missionários da luz, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb e no verbete Alegria, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 23. 08. 2010.
Colocou a mão na maçaneta da porta e a abriu. A luz acesa na cozinha iluminava fracamente a sala que ele adentrou. Deteve o passo e pôde ouvir a voz do filho de seus quatro anos de idade:
Mamãe, por que papai está sempre triste?
Não sei, amor, respondeu a mãe, com paciência. Ele deve estar preocupado com seus negócios.
O homem parou, sem coragem de avançar e continuou ouvindo:
Que são negócios, mamãe?
São as lutas da vida, filho.
Houve uma pequena pausa e depois, a voz infantil se fez ouvir outra vez:
Papai fica alegre nos negócios?
Fica, sim, respondeu a mãe.
Mas, então, por que fica triste em casa?
Sensibilizado, o pai de família pôde ouvir a esposa explicar ao pequenino:
Nas lutas de cada dia, meu filho, seu pai deve sempre demonstrar contentamento. Deve ser alegre para agradar o chefe da repartição e os clientes. É importante para o trabalho dele.
Mas, quando ele volta para casa, ele traz muitas preocupações. Se fora de casa precisa cuidar para não ferir os outros e mostrar alegria, gentileza, não acontece o mesmo em casa.
Aqui é o lar, meu filho, onde ele está com o direito de não esconder o seu cansaço, as suas preocupações.
A criança pareceu escutar atenta e depois, suspirando, como se tivesse pensado por longo tempo, desabafou:
Que pena, hein, mãe? Eu gostaria tanto de ter um pai feliz, ao menos de vez em quando. Gostaria que ele chegasse em casa e me pegasse no colo, brincasse comigo. Sorrisse para mim. Eu gostaria tanto. . .
Naquele momento, o homem pareceu sentir as pernas bambearem. Um líquido estranho lhe escorreu dos olhos e ele se descobriu chorando.
Meu Deus, pensou. Como estou maltratando minha família.
E, ainda emocionado, irrompeu pela cozinha, abriu os braços, correu para o menino e o abraçou forte.
Filho, vamos brincar? Foi o que perguntou. * * *
Não há quem não tenha problemas, lutas e dificuldades. Compete, no entanto, saber administrá-las de forma a que elas não se tornem um fantasma de tristeza, um motivo de autocompaixão.
Mesmo porque ninguém tem somente coisas ruins em sua vida. Ao lado das lutas constantes, existem sempre as compensações que Deus providencia.
Ter um lar, esposa, filhos, família, pais amorosos é o oásis de paz que a Divindade nos concede a fim de que restabeleçamos as forças para o prosseguimento do bom combate. * * *
A alegria espalha bênçãos onde se manifeste.
A alegria pura contamina os que estão em volta. Por isso, recuperemos a coragem na arena de combate que a vida diária nos impõe e vitalizemos a alegria.
Não sejamos semeadores de sombras, antes sejamos como o sol que sorri gentil e tudo ilumina onde se faz presente.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 13 do livro Missionários da luz, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb e no verbete Alegria, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 23. 08. 2010.
FILHO-PROBLEMA
Publicado: 2010-08-29 às 02:54
Um dia desses conversava com os pais de um jovem portador de uma enfermidade que o encarcerou numa cadeira de rodas, tornando-o dependente dos cuidados dos familiares.
Quando tivemos o primeiro contato com a família, o garoto ainda era senhor dos próprios passos, corria, jogava, brincava como qualquer criança.
Um dia surgiram alguns sintomas e os especialistas deram a triste notícia aos pais: o agravamento era inevitável.
Mas o que impressiona naquela família, é a forma com que enfrenta a situação.
O irmão mais novo é todo atenção e carinho. A irmã mais velha é a presença constante do afeto.
A mãe é o eixo central que dá o tom do equilíbrio e instaura a disciplina. É como uma flor a espalhar o perfume da ternura em notas de afago e firmeza.
O pai é a segurança, o grande amigão, o companheiro que assiste o futebol e torce junto, embora para times diferentes.
O jovem tem dificuldades para pronunciar as palavras, mas tem um notável senso de humor.
Não deixa passar as oportunidades de comentar, de forma jocosa, as pequenas falhas do pai.
Quando o pai o esquece no banheiro, por longo tempo, ele diz que já está acostumado, por isso tem sempre ao lado do vaso uma revista ou um livro de sua preferência.
?Você não é o pai que eu desejo, mas é o pai que eu preciso?, comenta de vez em quando, com um sorriso maroto.
Um dia, uma vizinha perguntou à sua mãe: ?É você que tem um filho-problema??
E a mãe respondeu, sem hesitar: ?Não, eu não tenho nenhum filho-problema. ?
Um dia, comentando esse episódio, essa mãe-ternura dizia:
?Não vejo em meu garoto um filho-problema. Ele é parte importante para a alegria do nosso lar. Ensina-nos tantas coisas. É valioso tesouro que o Criador nos emprestou.
Creio que filho-problema é aquele que provoca pranto e infelicita os pais. . .
É o filho criminoso, violento, que crava no coração dos pais o punhal do desgosto, da ingratidão.
Filho-problema é o filho esbanjador, explorador de seus pais, corrupto e corruptor, insensível, irresponsável.
Portanto, meu garoto não é um filho-problema, embora tenha sérias limitações físicas. ?
* * *
Sem dúvida aquela mãe tem razão.
Existem pais e mães que carregam a pesada cruz construída por filhos-problema.
Enquanto cuida, com desvelo e carinho, do seu tesouro imobilizado numa cadeira de rodas, aquela mãe pensa nas outras mães que morrem aos poucos nas madrugadas à espera de filhos indiferentes.
Propiciar bem-estar ao seu jovem-rapaz, fazer-lhe a higiene, alimentá-lo, renunciar à profissão para se dedicar ao seu tesouro, não é problema nem sofrimento para aquela amorável mãe.
No entanto, há outras mães que amargam seus filhos-problema, que não têm nenhuma limitação física, mas cujos corações são de pedra.
Por tudo isso, é importante pensar a respeito do que seja realmente um filho-problema.
E estejamos seguros de que as limitações físicas de um filho não são, necessariamente, fonte de dificuldade para os pais, assim como a saúde física não é garantia de felicidade.
Todo filho é empréstimo sagrado que o Criador concede aos pais para que seja burilado com o cinzel do amor.
Quase sempre o filho rebelde é alguém que necessita de carinho e firmeza para que possa reencontrar o caminho para Deus.
Assim sendo, não importa o quanto custe de sacrifício e esforço, o melhor investimento que os pais podem fazer é devolver ao Genitor Celeste essas jóias com mais brilho na alma.
Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita
www. momento. com. br
Quando tivemos o primeiro contato com a família, o garoto ainda era senhor dos próprios passos, corria, jogava, brincava como qualquer criança.
Um dia surgiram alguns sintomas e os especialistas deram a triste notícia aos pais: o agravamento era inevitável.
Mas o que impressiona naquela família, é a forma com que enfrenta a situação.
O irmão mais novo é todo atenção e carinho. A irmã mais velha é a presença constante do afeto.
A mãe é o eixo central que dá o tom do equilíbrio e instaura a disciplina. É como uma flor a espalhar o perfume da ternura em notas de afago e firmeza.
O pai é a segurança, o grande amigão, o companheiro que assiste o futebol e torce junto, embora para times diferentes.
O jovem tem dificuldades para pronunciar as palavras, mas tem um notável senso de humor.
Não deixa passar as oportunidades de comentar, de forma jocosa, as pequenas falhas do pai.
Quando o pai o esquece no banheiro, por longo tempo, ele diz que já está acostumado, por isso tem sempre ao lado do vaso uma revista ou um livro de sua preferência.
?Você não é o pai que eu desejo, mas é o pai que eu preciso?, comenta de vez em quando, com um sorriso maroto.
Um dia, uma vizinha perguntou à sua mãe: ?É você que tem um filho-problema??
E a mãe respondeu, sem hesitar: ?Não, eu não tenho nenhum filho-problema. ?
Um dia, comentando esse episódio, essa mãe-ternura dizia:
?Não vejo em meu garoto um filho-problema. Ele é parte importante para a alegria do nosso lar. Ensina-nos tantas coisas. É valioso tesouro que o Criador nos emprestou.
Creio que filho-problema é aquele que provoca pranto e infelicita os pais. . .
É o filho criminoso, violento, que crava no coração dos pais o punhal do desgosto, da ingratidão.
Filho-problema é o filho esbanjador, explorador de seus pais, corrupto e corruptor, insensível, irresponsável.
Portanto, meu garoto não é um filho-problema, embora tenha sérias limitações físicas. ?
* * *
Sem dúvida aquela mãe tem razão.
Existem pais e mães que carregam a pesada cruz construída por filhos-problema.
Enquanto cuida, com desvelo e carinho, do seu tesouro imobilizado numa cadeira de rodas, aquela mãe pensa nas outras mães que morrem aos poucos nas madrugadas à espera de filhos indiferentes.
Propiciar bem-estar ao seu jovem-rapaz, fazer-lhe a higiene, alimentá-lo, renunciar à profissão para se dedicar ao seu tesouro, não é problema nem sofrimento para aquela amorável mãe.
No entanto, há outras mães que amargam seus filhos-problema, que não têm nenhuma limitação física, mas cujos corações são de pedra.
Por tudo isso, é importante pensar a respeito do que seja realmente um filho-problema.
E estejamos seguros de que as limitações físicas de um filho não são, necessariamente, fonte de dificuldade para os pais, assim como a saúde física não é garantia de felicidade.
Todo filho é empréstimo sagrado que o Criador concede aos pais para que seja burilado com o cinzel do amor.
Quase sempre o filho rebelde é alguém que necessita de carinho e firmeza para que possa reencontrar o caminho para Deus.
Assim sendo, não importa o quanto custe de sacrifício e esforço, o melhor investimento que os pais podem fazer é devolver ao Genitor Celeste essas jóias com mais brilho na alma.
Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita
www. momento. com. br
*A Reunião das Trevas*
Publicado: 2010-08-26 às 03:42
? O Chefe dos Espíritos das Trevas convocou uma Convenção Mundial de obsessores.
Em seu discurso de abertura, ele disse:
Não podemos impedir os cristãos de irem aos seus templos.
Não podemos impedi-los de ler os livros e conhecerem a verdade.
Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com os Espíritos Elevados e Jesus.
? E, uma vez que eles ganham essa conexão com os Espíritos Elevados e Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado.
? Então vamos deixá-los ir para suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que neles organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento elevado.
O que quero que vocês façam é o seguinte- disse o obsessor-chefe:
Distraia-os a ponto de que não consigam aproximar-se de Jesus e dos espíritos superiores.
? Como vamos fazer isto? Gritaram os seus asseclas.
? Respondeu-lhes:
Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes.
Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado. . .
? Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios.
Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos.
? À medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho.
Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranquila que orienta seus espíritos.
Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais.
? Bombardeiem as suas mentes com noticias, 24 horas por dia.
Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos.
Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças.
? Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas. . .
Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos.
Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começarão a procurá-lo em outro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias mais rapidamente.
? Dê-lhes Papai Noel, para que se esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal.
Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus, e a Sua mensagem sobre o pecado e a morte.
Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!.
? Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro banais, apresentações artísticas mundanas e à TV entorpecedora. Mantenha-os ocupados, ocupados.
E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, principalmente fofocas, para que, ao saírem, o façam com as consciências comprometidas.
? Encham as vidas de todos eles com tantas causas supostamente importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem a espiritualidade e Jesus. ?
? Muito em breve, eles estarão buscando, em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa.
Isto vai funcionar!! Vai funcionar !! ?
? Os espíritos trevosos ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para suas famílias. ?
? Não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre a sublimidade e o poder do Evangelho de Jesus para transformar suas vidas.
? Creio que a pergunta é: Teve o Obsessor-chefe sucesso nas suas maquinações?
Em seu discurso de abertura, ele disse:
Não podemos impedir os cristãos de irem aos seus templos.
Não podemos impedi-los de ler os livros e conhecerem a verdade.
Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com os Espíritos Elevados e Jesus.
? E, uma vez que eles ganham essa conexão com os Espíritos Elevados e Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado.
? Então vamos deixá-los ir para suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que neles organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento elevado.
O que quero que vocês façam é o seguinte- disse o obsessor-chefe:
Distraia-os a ponto de que não consigam aproximar-se de Jesus e dos espíritos superiores.
? Como vamos fazer isto? Gritaram os seus asseclas.
? Respondeu-lhes:
Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes.
Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado. . .
? Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios.
Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos.
? À medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho.
Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranquila que orienta seus espíritos.
Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais.
? Bombardeiem as suas mentes com noticias, 24 horas por dia.
Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos.
Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças.
? Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas. . .
Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos.
Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começarão a procurá-lo em outro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias mais rapidamente.
? Dê-lhes Papai Noel, para que se esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal.
Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus, e a Sua mensagem sobre o pecado e a morte.
Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!.
? Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro banais, apresentações artísticas mundanas e à TV entorpecedora. Mantenha-os ocupados, ocupados.
E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, principalmente fofocas, para que, ao saírem, o façam com as consciências comprometidas.
? Encham as vidas de todos eles com tantas causas supostamente importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem a espiritualidade e Jesus. ?
? Muito em breve, eles estarão buscando, em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa.
Isto vai funcionar!! Vai funcionar !! ?
? Os espíritos trevosos ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para suas famílias. ?
? Não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre a sublimidade e o poder do Evangelho de Jesus para transformar suas vidas.
? Creio que a pergunta é: Teve o Obsessor-chefe sucesso nas suas maquinações?
Publicado: 2010-08-26 às 03:37
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