Mãe:
Olá, espero que se sinta muito, muito bem, esteja onde estiver. Como sabe, hoje é o seu dia - assim foi decretado, como se uma mãe tivesse necessidade de um dia apenas para o ser e merecer: mãe que é mãe, É MÃE TODOS OS DIAS, mesmo quando, fisicamente, não está presente, como é, agora, o caso!. . .
Como sabe (as mães "sabem sempre tudo e de tudo"!), mondei os morangueiros, semeei feijão (daquele que guardava no saco, do ano passado. . . ), alface, "amores perfeitos" e coentros. "Desenrasquei-me", vamos lá a ver o que sai dali. . .
A vizinha deu-me um braçado de couves para o (futuro) "caldo verde" e já estão plantadas no sítio do costume, e ontem, quando cheguei a casa, notei que alguém veio plantar meia dúzia de alfaces, já crescidas, junto aos feijõess. Quem terá sido? A Maria ainda não me disse nada. .
. . . E pronto: vou começar o dia fora de portas; já cortei duas rosas vermelhas, das que crescem junto ao pombal, e meia dúzia de "jarros" para enfeitar as jarrinhas no seu jardim particular, sobranceiro ao Urtigal. . .
Ah, é verdade: foi ter consigo uma das nossas pombas brancas? Esta manhã, quando fui passar "revista" ao quintal, uma delas não deu sinal de vida e eu disse de mim para mim: se calhar foi ter com a mãe Natália. . .
Beijinho, até já.
RiTuAL
Porque é livre e de bons costumes
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Rosas, "jarros" e uma pomba branca
Publicado: 2013-05-05 às 14:31
"Vigaro cá, vigaro lá"
Publicado: 2013-01-12 às 11:53
Recuei na memória, ao ano de 1981 e à Lena d'Água, que fez sucesso com uma musiquinha muito bem engendrada, a ponto de emprestar o título ao lado "A" do single "Vigaro cá, vigaro lá".
Recorri ao you tube para recuperar o tema, que nunca foi um dos meus preferidos, diga-se de passagem - há outros mais agradáveis ao meu ouvido, que ainda cantarolo sempre que os ouço, como "Olha o Robot" , do tempo do grupo "Salada de Frutas". Não importa: a intenção é inspirar-me no cabeçalho da letra para rabiscar meia dúzia de linhas que me vieram à ideia a noite passada, depois de atentamente ouvir a reportagem da RTP sobre a esperteza e capacidade da inteligência de um tal Silva - Artur Baptista da Silva, para melhor identificação do burlão.
Pensando bem, da minha lavra, não há muito a a acrescentar aos comentários com que a Comunicação Social mimoseou a capacidade de absorção dos feitos terrenos praticados pelos alienígenas, que os há, sem dúvida - não lhe conhecemos a fisionomia, de facto, mas é bem possível que convivam connosco, travestidos de qualquer coisa, como ministros de pacotilha, dirigentes políticos de aviário, professores/doutores de vão de escada, bacharelados de fm de semana, artistas sem talento, ou mesmo falsos Cristos. . .
Sendo sábado, sem sol que entre pela vidraça do meu quarto, e ainda por cima manhã cedo, entendo que não estão reunidas as condições para sorrir, de mim para mim, mas penso no sorriso de quem o afivela nesta madrugada (às nove da manhã, para mim, ainda é madrugada!), depois da prática de mais uma patranha: os vigaros não têm hora nem local para consumar a suprema e lucrativa arte do engano!
A esta hora, o tal Silva - Artur Baptista da Silva, para melhor identificação do burlão - se ainda não fez uma das dele, atrasou-se. . .
Recorri ao you tube para recuperar o tema, que nunca foi um dos meus preferidos, diga-se de passagem - há outros mais agradáveis ao meu ouvido, que ainda cantarolo sempre que os ouço, como "Olha o Robot" , do tempo do grupo "Salada de Frutas". Não importa: a intenção é inspirar-me no cabeçalho da letra para rabiscar meia dúzia de linhas que me vieram à ideia a noite passada, depois de atentamente ouvir a reportagem da RTP sobre a esperteza e capacidade da inteligência de um tal Silva - Artur Baptista da Silva, para melhor identificação do burlão.
Pensando bem, da minha lavra, não há muito a a acrescentar aos comentários com que a Comunicação Social mimoseou a capacidade de absorção dos feitos terrenos praticados pelos alienígenas, que os há, sem dúvida - não lhe conhecemos a fisionomia, de facto, mas é bem possível que convivam connosco, travestidos de qualquer coisa, como ministros de pacotilha, dirigentes políticos de aviário, professores/doutores de vão de escada, bacharelados de fm de semana, artistas sem talento, ou mesmo falsos Cristos. . .
Sendo sábado, sem sol que entre pela vidraça do meu quarto, e ainda por cima manhã cedo, entendo que não estão reunidas as condições para sorrir, de mim para mim, mas penso no sorriso de quem o afivela nesta madrugada (às nove da manhã, para mim, ainda é madrugada!), depois da prática de mais uma patranha: os vigaros não têm hora nem local para consumar a suprema e lucrativa arte do engano!
A esta hora, o tal Silva - Artur Baptista da Silva, para melhor identificação do burlão - se ainda não fez uma das dele, atrasou-se. . .
RiTuAL BAR - além de "copos", servia outros pretextos (...)
Publicado: 2012-11-25 às 00:03
Recordar os tempos do RiTuAl BAR é um exercício dolorido.
Pela via do pensamento, quase sempre "sofro calado" memórias das noites que, na época, a cidade de Oliveira do Hospital desfrutava com prazer. O grupo dos habitués, só por si, fez do RiTuAl uma referência regional.
A assunção pública de determinada postura filosófica, renascida a "Oriente de Coja", trouxe ao espaço figuras ilustres da cultura que, de forma direta, ou não, patrocinaram noites inesquecíveis - da música à poesia, da pintura às letras, dos debates cívicos às tertúlias mais comezinhas.
As imagens que trago à primeira página deste RiTuAl fazem parte de mim, apaixonado como eu era pelas pessoas com quem partilhei as alegrias desses momento
O RiTuAl BAR, além de "copos", servia outros pretextos para dois
dedos de conversa. . .
Pela via do pensamento, quase sempre "sofro calado" memórias das noites que, na época, a cidade de Oliveira do Hospital desfrutava com prazer. O grupo dos habitués, só por si, fez do RiTuAl uma referência regional.
A assunção pública de determinada postura filosófica, renascida a "Oriente de Coja", trouxe ao espaço figuras ilustres da cultura que, de forma direta, ou não, patrocinaram noites inesquecíveis - da música à poesia, da pintura às letras, dos debates cívicos às tertúlias mais comezinhas.
As imagens que trago à primeira página deste RiTuAl fazem parte de mim, apaixonado como eu era pelas pessoas com quem partilhei as alegrias desses momento
O RiTuAl BAR, além de "copos", servia outros pretextos para dois
dedos de conversa. . .
Relvas com (des) honras no "Expresso"
Publicado: 2012-10-27 às 20:10
"Relvas teve equivalência a cadeiras que não existiam. . . " - primeira página do Expresso"
Depois de (mais) esta notícia, o homem continua a dormir com a consciência tranquila ( se é que a tem. . . )?
. . . E não lhe vai acontecer nada de nada? Nem um puxão de orelhas? Nem uns açoites no rabo por ser mentiroso?
. . . E vai continuar a (des) governar o país?
Ainda que eu seja um "minúsculo" cidadão, no conceito de quem se marimba para os portugueses que sobrevivem de cabeça erguida para cá dos montes, afivelo a minha raiva numa careta de desprezo por este tipo de gentalha de "grande porte" institucional. Numa noite de breu, é de fugir desta corja a "sete pés" - como canta o Zeca!
Depois de (mais) esta notícia, o homem continua a dormir com a consciência tranquila ( se é que a tem. . . )?
. . . E não lhe vai acontecer nada de nada? Nem um puxão de orelhas? Nem uns açoites no rabo por ser mentiroso?
. . . E vai continuar a (des) governar o país?
Ainda que eu seja um "minúsculo" cidadão, no conceito de quem se marimba para os portugueses que sobrevivem de cabeça erguida para cá dos montes, afivelo a minha raiva numa careta de desprezo por este tipo de gentalha de "grande porte" institucional. Numa noite de breu, é de fugir desta corja a "sete pés" - como canta o Zeca!
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