Imagem do Kaos
A Cultura é tudo aquilo que fica, depois de nos esquecermos do que aprendemos, dizia um velho rodapé de um jornal já extinto -- (não, não era ao "Expresso"). . .
Durante muito tempo, ou seja, até hoje, reiteradamente sofri de um problema de confusão percetiva, que sempre julguei ser mau, até descobrir que era bom, que era o de, nos pormenores da nossa mundana vida, que também a tenho, de cada vez que alguém se me dirigia como "O Sr. Engenheiro", eu olhar para trás, com medo de ter passado inadvertidamente à frente de alguém, que estivesse ali na bicha (salvo seja).
Com o tempo, esse grande escultor, tal defeito gestaltiano transpôs-se para a Política, e acontece que, de cada vez que alguém se refere -- e são muitos, desde o Jerónimo de Pericoxe à Paneleira da Miss "Fardas" -- ao "Sr. Presidente da República", eu tenho de pensar duas vezes, no que será isso, do Presidente da República, ou, mais precisamente, em QUEM será o Presidente da República.
Tecnicamente, o último Presidente da República que Portugal teve chamava-se Mário Soares, e toureou, que nem um valente, um arrivista de Boliqueime, cuja vida tinha sido interregnada por um evento que ele nunca deglutiu muito bem, chamado 25 de abril, uma data que se interpôs entre os tempos em que andava, na bomba do pai, a snifar "gasóil", como as crianças da Favela do Vidigal, e o dia em que resolveu trair o Centrão, para se tornar no Cancro da Democracia Portuguesa.
Como não tinha espaço nela, nada melhor do que destruí-la.
Tenho de dizer que Cavaco Silva, o ódio de estimação da minha vida de cidadão, cumpriu exemplarmente o seu papel, e atrever-me-ia, mesmo, a dizer que, de entre os "cidadões" Salazar e Aníbal, o Aníbal ainda conseguiu ser mais Português, porque o de Santa Comba tinha uma sapiência, com todos os defeitos, substancialmente acima do nível da taberna, em que se move o Vacão de Boliqueime e a respetiva Boca da Servidão, totalmente identificados com os patamares dos mourinhos, ronaldos e joanas vasconcelos, do nosso quotidiano.
Este texto é para ser breve, e encomiástico, para fazer jus à imagem do "Kaos", que devia ter vindo ontem, quando a Saloia fez sair da Gruta das Aparições a Sétima Avaliação da Troika. A verdade é que o Aníbal, que está na fase terminal, consegue superar-se a si mesmo, e, hoje, foi para as quintas, fazer a apologia das hortas, e sentir um ar mais refrescado. . . --- é melhor parar, que já estou a garretear para aqui. . . -- esquecendo-se de que era Presidente da República de um estado urbanizado, por muito que lhe custe enfiar isso na sua cabeça de saloio.
Fez bem, como ilustrado, em defender a Educação, e falar em Cultura, que, semanticamente, tanto nos serve para as batatas como para o "Livro de Horas" do Rei D. Manuel. A minha cultura, como a de muitos cidadãos portugueses, passa pela segunda. A dele, com um pequeno esforço, escava na primeira, onde enturma com outros "cidadões", como o Cristiano, que lhe foi dar um bilhete, para "você" (!), ele, Aníbal, ir ver o Futebol (!).
Mesma prateleira, mesma linguagem, o Aníbal deve ter-se babado, fez aquele típico gesto de língua, que tantas vezes faz, para caçar o perdigoto da beiçana, e lá terá ido ver o jogo, que desconheço qual, e ainda bem que desconheço.
A Cultura dos "Cidadões" é uma coisa que os adoradores do Camarada Enver Hoxha, como Nuno Crato, acabarão por integrar nos programas de (an)alfabetização, como os antecessores do vereador Justino integraram, quando se tratou do Nobel da Marcenaria, José Saramago, ou das tirinhas do Esteves Cardoso. Em Literatura, como em tudo, estamos por tudo.
Em Melgaço, as Termas eram boas para os diabéticos, mais propriamente, para os "cidadões" diabéticos, ávidos de Educação e Cultura. Felizmente que a minha cultura nunca passou por Melgaço, que, onomatopaicamente, me faz sempre lembrar uma melga que se descuidou e acabou a sua cidadania, num copito de bagaço.
Para que o texto não seja totalmente destrutivo, temos de reconhecer que o Saloio está a fazer progressos: já não fala só de vaquinhas, nem de abóboras, já conseguiu descer o nível aos pastorinhos da trissomia-21, e, hoje, voltou à Lenda, invocando S. Jorge. Creio que, para o seu patamar "cultural", S. Jorge seja aquela ruína mandada reconstruir por Salazar, na acrópole de Lisboa, e o Dragão aquele antro de oligofrénicos, onde Pinto da Costa manda celebrar as Bacanais. Com um pouco de sorte, antes do "Concelho" de Estado de segunda, talvez divirja pelas Fábulas de La Fontaine, ou pelas máximas latinas: "Em boca fechada não entra mosca" (Tutum silentium praemium).
Em nome dos "cidadões" portugueses, se implora que esse "Concelho" de Estado seja como as Cortes antigas, que punham e depunham o Rei.
No caso deste cangalho, que o remeta, de vez, ao silêncio.
(Quarteto dos "cidadões", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")
Democracia em Portugal
Criticas e alertas à sociedade.
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Os cidadãos de Portugal pedem aos "cidadões" de Boliqueime que reúnam urgentemente um "Concelho" de Estado que os devolva à sua sarjeta natal, a bem da Nação
Publicado: 2013-05-16 às 00:00
Berlim, ou a história de um Muro que caiu ao contrário, seguido da Santa com Cara de Saloia, que punha a Troika a ver o solzinho a dançar, ó, ó, se punha, a Troika... e não só :-)...
Publicado: 2013-05-15 às 00:30
Imagem do Kaos
Para quem tenha a memória curta, ou ande entretido com as anomalias futebolísticas, no dia 9 de novembro de 1989, perante o desmoronar da ficção do "Leste", o Muro de Berlim foi desmantelado.
Para os mágicos, imersos no pensamento iluminista, nos quais me incluo, foi um grande passo para a liberdade dos povos, e um enorme salto, na História da Humanidade.
Ainda para mim, colecionista, nefelibata e homem de "recuerdos", tenho ali um fragmento, protegido por acrílico, entre um catálogo de Max Ernst e as Catedrais dos Plantagenetas, um fragmento do Muro, testemunho que me trouxeram do lugar onde não estive, embora esses lugares não tenham sítio, mas espaço no imaginário coletivo, e ele aqui está.
Sou muito mau para contas, e nem sei quantos anos passaram, desde esse dia inesquecível, em que os Alemães de Lá se juntavam aos Alemães de Cá. O custo financeiro da reunificação foi um esforço brutal, que deveria fazer lembrar ao Estado Alemão que ninguém deveria ser obrigado a pagar os seus acidentes históricos, e creio que isso é um bom argumento para lhes perguntar agora quanto custou, e se também cortaram nos pensionistas, para poderem voltar a ouvir Bach, em Leipzig.
A queda do Muro era uma metáfora do fracasso das ideologias, enquanto condutoras da História: a imaginação, o livre arbítrio e a capacidade de guiar sem cartilha, como Voltaire ensinava, atiravam para o caixote de lixo dos eventos a história de um gajo que maltratava a mulher, Marx, mas, em contrapartida, fornecera uma formidável grelha hermenêutica para os processos das más práticas sociais.
Acabou em Sibérias, Gulags e degolados.
O mau Capitalismo -- como se o houvesse bom -- ficava entregue a si mesmo, e o mundo civilizado, gerido por criminosos da estirpe de Reagan, Thatcher, Cavaco ou João Paulo II, já não se precisava de se revestir das rosas promissoras das sociais democracias nórdicas e podia avançar, livremente, para as mazelas dos sem abrigo, dos bancos especuladores e dos colchões da ultramiséria, da albanesa de Calcutá.
Desde então, o mau mais não fez do que tornar-se péssimo.
Como se costuma dizer, muitas vezes o que mantém vivo um adversário é a oposição. Desaparecida a oposição, engorda, cria varizes, e acaba em AVCs. O Capitalismo presente está nessa avançada fase de calcificação do útero, que nem Marx poderia ter previsto, mas a estupidez humana, infinita, muito para lá dos infinitos de Pascal, conseguiu refinar.
Historicamente, e já que o Tempo colocou o patamar de reflexão necessário para as primeiras notas de rodapé, o que verificamos é que os vencidos da queda do Muro, travestidos de todas as formas e cores, se implantaram por toda a parte, e estão a gangrenar o Mundo. A Europa, sempre velha nessas cavalidades, dá o exemplo: não há um único cão, que tenha lido o célebre "Livrinho Vermelho", do Camarada Mao, que não esteja agora bem empoleirado, num camarote qualquer do Liberalismo, do Ultraliberalismo, ou do simples deixa-andar. O exemplo acabado é o renegado, o do curso do Apto e Não Apto, Durão Barroso, o ladrão dos móveis da Reitoria, que chegou a Presidente da Comissão Europeia. Não fosse o cargo morganático, e nominalmente indicado pelo Príncipe das Trevas, Kissinger, responsável pela ascensão e ruína do Pós Guerra, e poderíamos estranhar, mas, hoje em dia, já não estranhamos nada, absolutamente nada.
Merkel, uma cadela de Leste, habituada a conduzir carros em forma de cartuchos de amendoim do tempo da minha avó, e a roer côdeas de pastor protestante, cujo único alimento eram as côdeas e a mulher do pastor, quando para isso lhe dava, aparece agora, na sua biografia renegada, como chefe de propaganda do ranço germano-soviético, herdado da Guerra Fria.
?Das erste Leben der Angela M. ?, uma promissora boa merda, apresenta a rafeira como secretária para a propaganda e agitação (!) da juventude do faz de conta, do lado de lá. Se fosse de cá, era tão bom como ter gerido a Mocidade Portuguesa, ou ser a Menina Goebbels, do austríaco de má memória.
Acho tão maravilhoso que nem comento, já que insiro isso na história do iate do Garcia Pereira, "que gosta de espairecer", ou nas biografias do Cunhal, de outro maoísta renegado e obsceno, Pacheco Pereira. O Maoísmo também fica bem ao vigarista Jorge Coelho, assenta que nem uma luva na Maria José Morgado, no Henrique Monteiro, do "Expresso", e de uns tantos outros cromos afins, para já não falar do pior de todos, o "Apto" Nuno Crato, para quem o Paraíso estava na Albânia maoísta.
Ele que meta o Camarada Henver Hosha na peida, e volte a vender o cu no "Tagus Park", já que quem vende o cu uma vez, vende duas ou três.
A verdade é que os cromos somos todos nós, que engolimos a pílula sem perceber o que lá estava agora, porque esta gente nunca se tratou, nunca se retratou, e só piorou, ou seja, o Muro de Berlim, que supostamente, tinha caído de cá para lá, subrepticiamente veio a mostrar-se que tinha era caído de. . . lá para cá, já que esta enorme lista de renegados, que tratou de ocupar todos os postos chave do Ocidente tem, como programa uma sinização da Europa, ou seja, importar para as sociedades burguesas do Hemisfério Capitalista o velho modelo de uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, que traduzia a miséria típica das sociedades devastadas pelas múmias leninistas, estalinistas e maoístas.
Não nos faltava mais nada do que termos, no início do séc. XXI, de papar com os padrões de nivelamento por baixo, do Camarada Mao, ou com os padrões de miséria do Camarada Brejnev, com novas Nomenklaturas, por cima, sustentadas por bancos ao serviço de retortos arrependidos.
Torna-se claro que chegou a hora de os povos livres do Ocidente correrem com essa corja toda, e virem para a rua fazer fogueiras com os restos embalsamados do Lenine, senão, qualquer dia, andamos todos de Livrinho Vermelho na mão, a conduzir trotinettes de Berlim-Leste e a saudar o Camarada Jung-Il, como Grande Líder da reforma do Estado.
Felizmente, há luar, e nós, por cá, como Salazar dizia, somos mais modestos: temos a sétima avaliação da Troika a ser benzida em Fátima, como diz o Alarve de Boliqueime, o que nos abre enormes janelas de esperança. Não sendo eu sabedor do Dogma, e ignorante das hierarquias, tendo a sétima sido avalizada pela Santa com Cara de Saloia, a oitava já deverá passar pelas asas do Espírito Santo, e a nona por Deus Pai, e não havendo nada de mais alto, e tendo isto descido a um nível destes, não será de estranhar que apareça um daqueles que se passou, há 100 anos, e abateu o Sidónio, a inspirar-se, para nos acabar, de vez, com esta vergonha e este pesadelo.
(Afinal o Muro de Berlim era. . . para nos proteger, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
Para quem tenha a memória curta, ou ande entretido com as anomalias futebolísticas, no dia 9 de novembro de 1989, perante o desmoronar da ficção do "Leste", o Muro de Berlim foi desmantelado.
Para os mágicos, imersos no pensamento iluminista, nos quais me incluo, foi um grande passo para a liberdade dos povos, e um enorme salto, na História da Humanidade.
Ainda para mim, colecionista, nefelibata e homem de "recuerdos", tenho ali um fragmento, protegido por acrílico, entre um catálogo de Max Ernst e as Catedrais dos Plantagenetas, um fragmento do Muro, testemunho que me trouxeram do lugar onde não estive, embora esses lugares não tenham sítio, mas espaço no imaginário coletivo, e ele aqui está.
Sou muito mau para contas, e nem sei quantos anos passaram, desde esse dia inesquecível, em que os Alemães de Lá se juntavam aos Alemães de Cá. O custo financeiro da reunificação foi um esforço brutal, que deveria fazer lembrar ao Estado Alemão que ninguém deveria ser obrigado a pagar os seus acidentes históricos, e creio que isso é um bom argumento para lhes perguntar agora quanto custou, e se também cortaram nos pensionistas, para poderem voltar a ouvir Bach, em Leipzig.
A queda do Muro era uma metáfora do fracasso das ideologias, enquanto condutoras da História: a imaginação, o livre arbítrio e a capacidade de guiar sem cartilha, como Voltaire ensinava, atiravam para o caixote de lixo dos eventos a história de um gajo que maltratava a mulher, Marx, mas, em contrapartida, fornecera uma formidável grelha hermenêutica para os processos das más práticas sociais.
Acabou em Sibérias, Gulags e degolados.
O mau Capitalismo -- como se o houvesse bom -- ficava entregue a si mesmo, e o mundo civilizado, gerido por criminosos da estirpe de Reagan, Thatcher, Cavaco ou João Paulo II, já não se precisava de se revestir das rosas promissoras das sociais democracias nórdicas e podia avançar, livremente, para as mazelas dos sem abrigo, dos bancos especuladores e dos colchões da ultramiséria, da albanesa de Calcutá.
Desde então, o mau mais não fez do que tornar-se péssimo.
Como se costuma dizer, muitas vezes o que mantém vivo um adversário é a oposição. Desaparecida a oposição, engorda, cria varizes, e acaba em AVCs. O Capitalismo presente está nessa avançada fase de calcificação do útero, que nem Marx poderia ter previsto, mas a estupidez humana, infinita, muito para lá dos infinitos de Pascal, conseguiu refinar.
Historicamente, e já que o Tempo colocou o patamar de reflexão necessário para as primeiras notas de rodapé, o que verificamos é que os vencidos da queda do Muro, travestidos de todas as formas e cores, se implantaram por toda a parte, e estão a gangrenar o Mundo. A Europa, sempre velha nessas cavalidades, dá o exemplo: não há um único cão, que tenha lido o célebre "Livrinho Vermelho", do Camarada Mao, que não esteja agora bem empoleirado, num camarote qualquer do Liberalismo, do Ultraliberalismo, ou do simples deixa-andar. O exemplo acabado é o renegado, o do curso do Apto e Não Apto, Durão Barroso, o ladrão dos móveis da Reitoria, que chegou a Presidente da Comissão Europeia. Não fosse o cargo morganático, e nominalmente indicado pelo Príncipe das Trevas, Kissinger, responsável pela ascensão e ruína do Pós Guerra, e poderíamos estranhar, mas, hoje em dia, já não estranhamos nada, absolutamente nada.
Merkel, uma cadela de Leste, habituada a conduzir carros em forma de cartuchos de amendoim do tempo da minha avó, e a roer côdeas de pastor protestante, cujo único alimento eram as côdeas e a mulher do pastor, quando para isso lhe dava, aparece agora, na sua biografia renegada, como chefe de propaganda do ranço germano-soviético, herdado da Guerra Fria.
?Das erste Leben der Angela M. ?, uma promissora boa merda, apresenta a rafeira como secretária para a propaganda e agitação (!) da juventude do faz de conta, do lado de lá. Se fosse de cá, era tão bom como ter gerido a Mocidade Portuguesa, ou ser a Menina Goebbels, do austríaco de má memória.
Acho tão maravilhoso que nem comento, já que insiro isso na história do iate do Garcia Pereira, "que gosta de espairecer", ou nas biografias do Cunhal, de outro maoísta renegado e obsceno, Pacheco Pereira. O Maoísmo também fica bem ao vigarista Jorge Coelho, assenta que nem uma luva na Maria José Morgado, no Henrique Monteiro, do "Expresso", e de uns tantos outros cromos afins, para já não falar do pior de todos, o "Apto" Nuno Crato, para quem o Paraíso estava na Albânia maoísta.
Ele que meta o Camarada Henver Hosha na peida, e volte a vender o cu no "Tagus Park", já que quem vende o cu uma vez, vende duas ou três.
A verdade é que os cromos somos todos nós, que engolimos a pílula sem perceber o que lá estava agora, porque esta gente nunca se tratou, nunca se retratou, e só piorou, ou seja, o Muro de Berlim, que supostamente, tinha caído de cá para lá, subrepticiamente veio a mostrar-se que tinha era caído de. . . lá para cá, já que esta enorme lista de renegados, que tratou de ocupar todos os postos chave do Ocidente tem, como programa uma sinização da Europa, ou seja, importar para as sociedades burguesas do Hemisfério Capitalista o velho modelo de uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, que traduzia a miséria típica das sociedades devastadas pelas múmias leninistas, estalinistas e maoístas.
Não nos faltava mais nada do que termos, no início do séc. XXI, de papar com os padrões de nivelamento por baixo, do Camarada Mao, ou com os padrões de miséria do Camarada Brejnev, com novas Nomenklaturas, por cima, sustentadas por bancos ao serviço de retortos arrependidos.
Torna-se claro que chegou a hora de os povos livres do Ocidente correrem com essa corja toda, e virem para a rua fazer fogueiras com os restos embalsamados do Lenine, senão, qualquer dia, andamos todos de Livrinho Vermelho na mão, a conduzir trotinettes de Berlim-Leste e a saudar o Camarada Jung-Il, como Grande Líder da reforma do Estado.
Felizmente, há luar, e nós, por cá, como Salazar dizia, somos mais modestos: temos a sétima avaliação da Troika a ser benzida em Fátima, como diz o Alarve de Boliqueime, o que nos abre enormes janelas de esperança. Não sendo eu sabedor do Dogma, e ignorante das hierarquias, tendo a sétima sido avalizada pela Santa com Cara de Saloia, a oitava já deverá passar pelas asas do Espírito Santo, e a nona por Deus Pai, e não havendo nada de mais alto, e tendo isto descido a um nível destes, não será de estranhar que apareça um daqueles que se passou, há 100 anos, e abateu o Sidónio, a inspirar-se, para nos acabar, de vez, com esta vergonha e este pesadelo.
(Afinal o Muro de Berlim era. . . para nos proteger, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
Swaps, swapinhos e swapões
Publicado: 2013-05-03 às 01:00
Imagem do Kaos
Há uma velha verdade, das mezinhas, sobre a erisipela que que diz que a erisipela começa por ser uma manchinha, e convém que dela se trate cedo, antes quede lá derive uma manchona.
Manchona, com o devido respeito pelas fufas, não é uma machona -- uma fufa ativa -- mas mesmo uma manchona, uma coisa que se agiganta, em forma de assim, ao ponto de poder engolir um Estado inteiro, e o levar ao mais relapso colapso.
Como a Ciência ensina, mesmo as coisas mais inverosímeis têm começo, seja ele uma fábula, como a do Big Bang, ou a do Génesis.
Por mim, que sou pagão, faz-me sempre sonhar mais alto a Cosmologia Aborígene, que diz que, no Começo, era o Sonho.
Para mim, tem continuado a ser, embora haja uma série de anomalias das ondas betas que me o tenham tentado interromper, e poderia enumerar algumas, como Cavaco Silva, Lurdes Rodrigues, o escroque Constâncio, pai, filho e neto (Galamba), ou a viuvinha Pilar del Rio, cujo vibrador tem a forma de uma lombada, na qual eu não alombo, por mais exaltada que ela se exalte, até que a Câmara Monhé de Lisboa lhe dê um pontapé na cona, e ela volte a afocinhar nos vulcanismos de Lanzarote, que ele há cinzas, há, e até se poderiam contar de A a Z, entre pobres, galholhos e estropiados, sendo essa a regra desses tempos, (e estando eu a escrever um pouco à maneira do analfabeto com quem ela, convenientemente, se casou).
Ora havendo um começo de todas as coisas, também os "swaps", que eu, imerso no Sonho, pensei ser mais uma marca dos gelados "Olá", mas não é, por que é. . . O Cá, e bem cá, e prática muito corrente.
Como é sabido, odeio Economia, uma das sete ciências herméticas, tal como Jâmblico as descreveu, na minha distante Alexandria, e os economistas explicarão, por palavras caras, o sentido económico financeiro dos "swaps". Para mim, analfabeto funcional, a coisa pode traduzir-se num verbejar simples, que passo a expelir, e se insere na velha máxima de que, em Portugal, tudo é Estado, quando se trata de injetar dinheiro, e tudo passa a Privado, quando se trata de sacar lucros.
Por estranho que pareça, o processo é um pouco uma Fita de Möbius, já que, sendo infinito, mal o lucro se reverte em prejuízo, o Privado epifaniza-se, por obra e graça do Francisquinho, em Público, e o Estado volta a ter de pagar.
Nada disto seria maligno se o Estado não fosse sustentado pelo contribuinte, e não fosse todo ele igual, com a ressalva de que até há um Estado mais igual do que outro, ou seja, um Estado da auxiliar não sei de quê, que deve ser taxado e penalizado, e um Estado que circula, na forma fiduciária, pelos "swaps" e putas que os pariu afins, e, não só não é penalizado, como ejaculado, Secretarias atrás e Secretarias de Estado acima, até chegar a patamares relvistas e Quintas da Coelha.
Peço desculpa, mas embora continue -- e espero continuar -- totalmente ignaro sobre o que é um "swap", acho que a Quinta da Coelha, e o cabrão que nela mora, não estão ligados a "swaps", mas a um enorme "swapão". Ora acontece que, quando me falam em swapão -- e eu vou dispensar as aspas, que dão muito trabalho de teclado -- quando me falam em swapão, imediatamente penso no BPN, na SLN, na Galilei, e no cabrão que esteve na génese disso tudo, um bandalho chamado Aníbal Cavaco Silva, que foi o Big Bang, ou o Pesadelo do Início, do qual derivaram todas estas variantes, pouco interessantes, mas de comum ADN, que hoje presenciamos.
Temos de lhe fazer justiça, porque o homúnculo, desde os anos 80, que anda a repetir a frase "depois, não digam que não avisei", e tem avisado sempre, desde os tempos em que vendeu a Agricultura, Indústria e Pescas, por alguns tostões e diversos milhões.
A náusea era tão grande que qualquer pessoa com dois dedos de testa veria que ele tinha razão em estar a avisar-nos, e estava.
Depois, como se sabe, atravessámos um interregno de má e boa moeda, em que, desaparecido da Política -- esta gente nunca desaparece. . . -- e se enfiou nas trafulhices financeiras.
Ser Ministro dá muito trabalho, pelo que as gentes honestas, que deverão nascer duas vezes, há um momento em que deixam as pastas decisórias, e passam para os gabinetes de decisão, onde cozinham os swaps e os swapões do BPN. São os instantes dos jantares à média luz, em que as putas da antevéspera se tornam nas catrogueiras do leva e traz, nas cadilheiras do conselho grave e avisado, se duartelimam, matando velhas ricas, se purificam, champalimaudizando-se, ou melhoram as habilitações, sob a asa larga da vice reitora copofónica e reles da Lusófona, da escuridão angolana da "Independente", ou de outras, falecidas, e já esquecidas, a "Moderna" e mais umas quantas, onde os Cratos, marxistas albaneses (!), de "aptos"/ "não aptos", de esquina e meia, se multiplicaram, entre palmadinhas nas costas uns dos outros.
A bem dizer, o swapismo é uma cultura de Estado, e deveria entrar no Panteão, ao lado da Amália, a quem o Espírito Santo (banqueiro) deu o dom da Voz, enquanto ela estendia a cedência das mucosas e acobertava o Regime. Com o tempo, derivou em Capitães de Abril, a tentarem vender a Herdade do Sardão ao Genro do Cavaco
Parece-me estar a ouvir o camarada Álvaro Cunhal, que agora faria 100 anos -- não o tivesse levado para junto de si aquela figura vermelha, de rabo em forma de seta. . . --, a falar dos swaps do grande capital imperialista, e eu -- sempre no Sonho -- "mas esta gente deve estar completamente doida. . . "
Não está.
Doidos são os que pagam impostos, os que não veem a Teresa Guilherme, os que não assistem ao "Eixo do Mal" e aos esgares do Medina Carreira, para já não falar dos "derbies", que cada vez mais -- et pour cause -- incluem os clubes turcos, por onde começa a circular cada vez mais dinheiro sujo.
Eu sei que isto poderia alongar-se "ad infinitum", pelo que não me apetece, e estou no meu direito. Não quereria, todavia, já que falámos de swaps e de swapões, de referir os swapinhos.
Os swapinhos, caro leitor, são todos os seus pequenos atos irrefletidos, as pequenas fraudes que faz, para ver se passam, os facilitismo do seu pequeno quotidiano, que, ao longo de 900 anos disto, levaram que chegássemos ao estado em que estamos, e estamos mal, muito mal.
Paciência: meta a a mão na consciência, e veja onde é que está o seu pequeno contributo.
O meu, caros leitores, já acabei de o dar aqui.
Amanhem-se com ele.
(Quatro swapinhos no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
Há uma velha verdade, das mezinhas, sobre a erisipela que que diz que a erisipela começa por ser uma manchinha, e convém que dela se trate cedo, antes quede lá derive uma manchona.
Manchona, com o devido respeito pelas fufas, não é uma machona -- uma fufa ativa -- mas mesmo uma manchona, uma coisa que se agiganta, em forma de assim, ao ponto de poder engolir um Estado inteiro, e o levar ao mais relapso colapso.
Como a Ciência ensina, mesmo as coisas mais inverosímeis têm começo, seja ele uma fábula, como a do Big Bang, ou a do Génesis.
Por mim, que sou pagão, faz-me sempre sonhar mais alto a Cosmologia Aborígene, que diz que, no Começo, era o Sonho.
Para mim, tem continuado a ser, embora haja uma série de anomalias das ondas betas que me o tenham tentado interromper, e poderia enumerar algumas, como Cavaco Silva, Lurdes Rodrigues, o escroque Constâncio, pai, filho e neto (Galamba), ou a viuvinha Pilar del Rio, cujo vibrador tem a forma de uma lombada, na qual eu não alombo, por mais exaltada que ela se exalte, até que a Câmara Monhé de Lisboa lhe dê um pontapé na cona, e ela volte a afocinhar nos vulcanismos de Lanzarote, que ele há cinzas, há, e até se poderiam contar de A a Z, entre pobres, galholhos e estropiados, sendo essa a regra desses tempos, (e estando eu a escrever um pouco à maneira do analfabeto com quem ela, convenientemente, se casou).
Ora havendo um começo de todas as coisas, também os "swaps", que eu, imerso no Sonho, pensei ser mais uma marca dos gelados "Olá", mas não é, por que é. . . O Cá, e bem cá, e prática muito corrente.
Como é sabido, odeio Economia, uma das sete ciências herméticas, tal como Jâmblico as descreveu, na minha distante Alexandria, e os economistas explicarão, por palavras caras, o sentido económico financeiro dos "swaps". Para mim, analfabeto funcional, a coisa pode traduzir-se num verbejar simples, que passo a expelir, e se insere na velha máxima de que, em Portugal, tudo é Estado, quando se trata de injetar dinheiro, e tudo passa a Privado, quando se trata de sacar lucros.
Por estranho que pareça, o processo é um pouco uma Fita de Möbius, já que, sendo infinito, mal o lucro se reverte em prejuízo, o Privado epifaniza-se, por obra e graça do Francisquinho, em Público, e o Estado volta a ter de pagar.
Nada disto seria maligno se o Estado não fosse sustentado pelo contribuinte, e não fosse todo ele igual, com a ressalva de que até há um Estado mais igual do que outro, ou seja, um Estado da auxiliar não sei de quê, que deve ser taxado e penalizado, e um Estado que circula, na forma fiduciária, pelos "swaps" e putas que os pariu afins, e, não só não é penalizado, como ejaculado, Secretarias atrás e Secretarias de Estado acima, até chegar a patamares relvistas e Quintas da Coelha.
Peço desculpa, mas embora continue -- e espero continuar -- totalmente ignaro sobre o que é um "swap", acho que a Quinta da Coelha, e o cabrão que nela mora, não estão ligados a "swaps", mas a um enorme "swapão". Ora acontece que, quando me falam em swapão -- e eu vou dispensar as aspas, que dão muito trabalho de teclado -- quando me falam em swapão, imediatamente penso no BPN, na SLN, na Galilei, e no cabrão que esteve na génese disso tudo, um bandalho chamado Aníbal Cavaco Silva, que foi o Big Bang, ou o Pesadelo do Início, do qual derivaram todas estas variantes, pouco interessantes, mas de comum ADN, que hoje presenciamos.
Temos de lhe fazer justiça, porque o homúnculo, desde os anos 80, que anda a repetir a frase "depois, não digam que não avisei", e tem avisado sempre, desde os tempos em que vendeu a Agricultura, Indústria e Pescas, por alguns tostões e diversos milhões.
A náusea era tão grande que qualquer pessoa com dois dedos de testa veria que ele tinha razão em estar a avisar-nos, e estava.
Depois, como se sabe, atravessámos um interregno de má e boa moeda, em que, desaparecido da Política -- esta gente nunca desaparece. . . -- e se enfiou nas trafulhices financeiras.
Ser Ministro dá muito trabalho, pelo que as gentes honestas, que deverão nascer duas vezes, há um momento em que deixam as pastas decisórias, e passam para os gabinetes de decisão, onde cozinham os swaps e os swapões do BPN. São os instantes dos jantares à média luz, em que as putas da antevéspera se tornam nas catrogueiras do leva e traz, nas cadilheiras do conselho grave e avisado, se duartelimam, matando velhas ricas, se purificam, champalimaudizando-se, ou melhoram as habilitações, sob a asa larga da vice reitora copofónica e reles da Lusófona, da escuridão angolana da "Independente", ou de outras, falecidas, e já esquecidas, a "Moderna" e mais umas quantas, onde os Cratos, marxistas albaneses (!), de "aptos"/ "não aptos", de esquina e meia, se multiplicaram, entre palmadinhas nas costas uns dos outros.
A bem dizer, o swapismo é uma cultura de Estado, e deveria entrar no Panteão, ao lado da Amália, a quem o Espírito Santo (banqueiro) deu o dom da Voz, enquanto ela estendia a cedência das mucosas e acobertava o Regime. Com o tempo, derivou em Capitães de Abril, a tentarem vender a Herdade do Sardão ao Genro do Cavaco
Parece-me estar a ouvir o camarada Álvaro Cunhal, que agora faria 100 anos -- não o tivesse levado para junto de si aquela figura vermelha, de rabo em forma de seta. . . --, a falar dos swaps do grande capital imperialista, e eu -- sempre no Sonho -- "mas esta gente deve estar completamente doida. . . "
Não está.
Doidos são os que pagam impostos, os que não veem a Teresa Guilherme, os que não assistem ao "Eixo do Mal" e aos esgares do Medina Carreira, para já não falar dos "derbies", que cada vez mais -- et pour cause -- incluem os clubes turcos, por onde começa a circular cada vez mais dinheiro sujo.
Eu sei que isto poderia alongar-se "ad infinitum", pelo que não me apetece, e estou no meu direito. Não quereria, todavia, já que falámos de swaps e de swapões, de referir os swapinhos.
Os swapinhos, caro leitor, são todos os seus pequenos atos irrefletidos, as pequenas fraudes que faz, para ver se passam, os facilitismo do seu pequeno quotidiano, que, ao longo de 900 anos disto, levaram que chegássemos ao estado em que estamos, e estamos mal, muito mal.
Paciência: meta a a mão na consciência, e veja onde é que está o seu pequeno contributo.
O meu, caros leitores, já acabei de o dar aqui.
Amanhem-se com ele.
(Quatro swapinhos no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
Obama, a Virgem dos Prados, e a nova padroeira da Guerra Global, no Oriente
Publicado: 2013-04-19 às 01:30
Imagem do Kaos
Paris faz-me sempre bem, apesar de terem demolidos Les Halles, e do Louvre estar encerrado, dia sim, dia não, por causa das crianças carteiristas de Leste. As Ucranianas continuam a deixar cair pseudo anéis de ouro, perto da Ópera Garnier, para sacarem esmolas grandes às chinesinhas idiotas, e, brevemente, está previsto um atentado, para fazer inveja aos Americanos.
Felizmente estamos na Era Hollande, mais uma période vache, senão, ainda mandavam uma carta com rícino à Carla Bruni, e a gaja punha-se a snifar aquilo, pensando que era coca com corante,
todavia,
tudo isto são trocos, perante o almoço com os guias espirituais do Mediterrâneo Oriental, o Patriarca Siríaco de Antioquia, mon ami, Ignace Joseph III, os Bispos Maronitas, e, sobretudo, le très beau Grégoire III, Laham, Patriarca da Igreja Melkita, do Rito Monárquico do Oriente, mais uns nomes que estou inibido de colocar aqui, por óbvias razões.
Como estes encontros não são exatamente os conselhos de ministros extraordinários da sarjeta portuguesa -- para substituir Relvas por relvinhas -- nem decorrem num HLM lisboeta, chamado Presidência do Conselho de Ministros, coisa que envergonharia qualquer povo com dois olhos na cara, que também não confundisse os ganidos da Mariza com canto, e os farrapos do Saramago com leitura, os temas também foram preocupantes, já que suas reverências, os ilustres, os eméritos, as santidades, e os excelentíssimos, bon dieu, quando falam, é mesmo para falar das causas profundas do abismo para que estamos a caminhar.
As causas são claras, os processos típicos, e o semear dos sinais tão evidente que só não os vê quem não quer. Na América, entregue ao nirvana escarumbista de Obama, também conhecido pelo ópio do povo, a máquina de guerra está em plena organização: já começaram as cartas armadilhadas, os atentados de cozinha, para pôr os varões do Tennessee com vontade de ir perder as duas pernas e um olho, nas muralhas de Diyarbakir, pátria do fabuloso, inimitável, inigualável, altíssimo Leonardo da Vinci do glorioso Islão Medieval, Al Jazari, para depois poderem trazer uma medalha póstuma, para a sua boca da servidão, anafada de burgers-king, e as suas crias, de Q. I. 75.
Como se sabe, a Ultradireita Americana não brinca em serviço, nem qualquer dos seus braços armados europeus, que acabou de enterrar uma das mais pútridas carcaças do último quartel do séc. XX, a criminosa Margaret Thatcher, cujos restos deviam ter sido dados aos porcos, só para ver a repugnância dos focinhos, a afastarem-se dos despojos, mau grado a fama de comerem tudo. . .
Comerem tudo, realmente, só certos portugueses, entre Cristianos Ronaldos, Mourinhos e Joanas Vasconcelos, o que é altamente conveniente para as fabulosas máquinas de fabrico de armamento, como a Americana e a Inglesa, que já estão a produzir, em força, para avançar para Oriente.
Como é sabido, as decisões de guerra não vão ser convencionais, nem os meios, já que a virulência informática já decidiu os destinos. Importa, todavia, que os estragos civis, e nas infraestruturas, sejam elevados, como referia Sua Reverência Joseph III, já que, estando a Síria em puro equilíbrio de contas, face ao Banco Mundial, é fundamental que as ruínas sejam de tal dimensão que entrem na escravidão da servidao das empresas euro-americanas de reconstrução, e seus arredores russos e chineses, durante décadas, um pouco como a Troika entre os saloios portugueses, mas com menos devastações patrimoniais. Os Sírios vão agradecer, vão fabricar vários mártires bomba, e vão andar pelas cidades do Ocidente a mutilar velhinhas e caniches, para maior horror, e entretimento, das manhãs da paneleira do Goucha e da histérica da Júlia Pinheira. A Síria, onde Saddam depositou as armas químicas que todas as potências do género lhe venderam, como atestam os recibos, e Carlos Moedas é disso testemunha, já que datam da sua passagem pela escola do crime da Goldman Sachs, vai ser a porta de entrada para todos os horrores, que só cessarão em Teerão. Pelo meio, como suas eminências reverendíssimas atestam, está toda a mistela islâmico-cristã, velha dos Basileus Bizantinos e das Cruzadas Falhadas dos Templários, que vai ser envolvida num arrastão genocida, que quebrará equilíbrios centenários, e os mais recentes, quando a Inglaterra, esse estado pária, decidiu partilhar o Oriente entre os países que tinham reservas de petróleo e os que não tinham. Ficaram com os primeiros, e os últimos, comme d'habitude, sobraram para a França, que prefere semeá-los de Corbusiadas, para a máquina militar inglesa vir depois destruir, e as empresas do Velho Amigo Americano reconstruir. Os milhares de mortos e mutilados são meros efeitos colaterais, como um pouco, por todo o lado, mas quem se importa, com o Chelsea, em ascensão?
É evidente que tudo isto é História, e, como História, traição, já que o Califado não foi reconstruído, tal como prometido à nobilíssima família dos descendentes do Profeta, que governa a Jordânia, mas antes caiu nas mãos da pior máquina fundamentalista e assassina, que são os plebeus da Casa de Saud, que, a partir de Riad, subvencionam todo o terrorismo mundial. Se o Ulrich ganha por minuto um salário mínimo, os assassinos sauditas fabricam, por minuto, um futuro fundamentalista assasssino.
Depois da Síria, e de deitadas as mãos às novas reservas de gás descobertas nas suas costas mediterrâneas, como referiu Monseigneur XXXXX, será a vez de a Argélia, com as suas multidões de jovens desempregados, a meia centena de quilómetros das frágeis fronteiras europeias -- que os obamistas juraram destruir, quer politicamente, quer financeiramente -- com o ataque ao Euro e os desembarques, em massa, de desgraçados, em Lampedusa. As compras mensais de 40 000 000 000 de euros da Reserva Federal Americana não são ingénuas: bastará despejar isso, de uma só vez, nos mercados, e aquelas moedas feias e frouxas passarão a valer. . . nada, tal como previsto pelos tentáculos da Goldman Sachs, e dos genocidas de Bilderberg.
Fortificada a Turquia, a Europa ficará de joelhos, com um novo Israel no Próximo Oriente, o Estado Curdo, finalmente talhado nos escombros da Síria, do Iraque e do Irão: uma velha nação com novas fronteiras, prestes para desempenhar o papel do estado-cuco, numa região perpetuamente instabilizada.
O diálogo com o Islão, como referem os altos teólogos das Igrejas do Oriente, não é hoje mais do que uma das fabulosas fraudes intelectuais do Ocidente, a quem Ratzinger, que tinha tanto de inteligente como de facínora, passou a maior de todas as rasteiras, que foi deixar o Titanic nas mãos das mafias cardinalícias, e dizer, roam-lhe agora os ossos, posto que já devoraram a carne. . . Como é de prever, será um emérito de vida breve, com muito pouco Falla, e o Francisquinho nem dará por isso, com a sua demência própria e o seu andar de ganso coxo, as suas batinas transparentes, para poupar nos tecidos, e os seus vergonhosos sapatos pretos.
Há quantos séculos é que a mafia jesuíta sonhava com sentar-se no Trono de Pedro, hein?. . . Pois. . . já se sentou. . . :-)
Diz que quer uma Igreja pobre, para ajudar os pobres, como se qualquer igreja que fosse pobre tivesse meios para ajudar na Pobreza, para além dos mitos obsoletos das cadelas de leprosos, como a de Calcutá, cúmplice dos maiores miseráveis instigadores da ultrapobreza, como Woytila, Thatcher e Reagan. Como se sabe, até isso passou de moda, e o que vem aí é demasiado mau para caber nestas linhas: o próximo sinal será a abdicação de Beatriz da Holanda, uma das cabeças da Górgona do Clube de Bilderberg, fundado pelo seu querido e criminoso papá.
O diálogo entre religiões cessou, como dizia o nosso grande amigo de L'Oeuvre d'Orient, desde o momento em que os falsificadores das novas versões do Corão retiraram as suras em que se dizia que o Profeta Jesus morrera na cruz, para salvar os homens, e as subsituiram por aquelas em que a salvação do Mundo viria com a ressureição de Maomé, do qual Cristo não seria senão um reles seguidor. Isto não passaria de mera Teologia, se não entrasse pela contabilidade, já que, sendo o número de suratas e os ayaf equilibrado, foi preciso estender o tipo da caligrafia, para esconder as passagens eliminadas. Quando as religiões chegam a este estado de decadência, para quê os pseudo diálogos?
A conclusão é a Guerra, pelo que este texto não é humorístico. Passa-se nas muralhas bizantinas deste fim de estação, e, lá em baixo, um novo Maomé II se prepara para abater as muralhas do Prefeito Antémio.
(Quarteto patriárquico siríaco melkita, de Antioquia, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")
Paris faz-me sempre bem, apesar de terem demolidos Les Halles, e do Louvre estar encerrado, dia sim, dia não, por causa das crianças carteiristas de Leste. As Ucranianas continuam a deixar cair pseudo anéis de ouro, perto da Ópera Garnier, para sacarem esmolas grandes às chinesinhas idiotas, e, brevemente, está previsto um atentado, para fazer inveja aos Americanos.
Felizmente estamos na Era Hollande, mais uma période vache, senão, ainda mandavam uma carta com rícino à Carla Bruni, e a gaja punha-se a snifar aquilo, pensando que era coca com corante,
todavia,
tudo isto são trocos, perante o almoço com os guias espirituais do Mediterrâneo Oriental, o Patriarca Siríaco de Antioquia, mon ami, Ignace Joseph III, os Bispos Maronitas, e, sobretudo, le très beau Grégoire III, Laham, Patriarca da Igreja Melkita, do Rito Monárquico do Oriente, mais uns nomes que estou inibido de colocar aqui, por óbvias razões.
Como estes encontros não são exatamente os conselhos de ministros extraordinários da sarjeta portuguesa -- para substituir Relvas por relvinhas -- nem decorrem num HLM lisboeta, chamado Presidência do Conselho de Ministros, coisa que envergonharia qualquer povo com dois olhos na cara, que também não confundisse os ganidos da Mariza com canto, e os farrapos do Saramago com leitura, os temas também foram preocupantes, já que suas reverências, os ilustres, os eméritos, as santidades, e os excelentíssimos, bon dieu, quando falam, é mesmo para falar das causas profundas do abismo para que estamos a caminhar.
As causas são claras, os processos típicos, e o semear dos sinais tão evidente que só não os vê quem não quer. Na América, entregue ao nirvana escarumbista de Obama, também conhecido pelo ópio do povo, a máquina de guerra está em plena organização: já começaram as cartas armadilhadas, os atentados de cozinha, para pôr os varões do Tennessee com vontade de ir perder as duas pernas e um olho, nas muralhas de Diyarbakir, pátria do fabuloso, inimitável, inigualável, altíssimo Leonardo da Vinci do glorioso Islão Medieval, Al Jazari, para depois poderem trazer uma medalha póstuma, para a sua boca da servidão, anafada de burgers-king, e as suas crias, de Q. I. 75.
Como se sabe, a Ultradireita Americana não brinca em serviço, nem qualquer dos seus braços armados europeus, que acabou de enterrar uma das mais pútridas carcaças do último quartel do séc. XX, a criminosa Margaret Thatcher, cujos restos deviam ter sido dados aos porcos, só para ver a repugnância dos focinhos, a afastarem-se dos despojos, mau grado a fama de comerem tudo. . .
Comerem tudo, realmente, só certos portugueses, entre Cristianos Ronaldos, Mourinhos e Joanas Vasconcelos, o que é altamente conveniente para as fabulosas máquinas de fabrico de armamento, como a Americana e a Inglesa, que já estão a produzir, em força, para avançar para Oriente.
Como é sabido, as decisões de guerra não vão ser convencionais, nem os meios, já que a virulência informática já decidiu os destinos. Importa, todavia, que os estragos civis, e nas infraestruturas, sejam elevados, como referia Sua Reverência Joseph III, já que, estando a Síria em puro equilíbrio de contas, face ao Banco Mundial, é fundamental que as ruínas sejam de tal dimensão que entrem na escravidão da servidao das empresas euro-americanas de reconstrução, e seus arredores russos e chineses, durante décadas, um pouco como a Troika entre os saloios portugueses, mas com menos devastações patrimoniais. Os Sírios vão agradecer, vão fabricar vários mártires bomba, e vão andar pelas cidades do Ocidente a mutilar velhinhas e caniches, para maior horror, e entretimento, das manhãs da paneleira do Goucha e da histérica da Júlia Pinheira. A Síria, onde Saddam depositou as armas químicas que todas as potências do género lhe venderam, como atestam os recibos, e Carlos Moedas é disso testemunha, já que datam da sua passagem pela escola do crime da Goldman Sachs, vai ser a porta de entrada para todos os horrores, que só cessarão em Teerão. Pelo meio, como suas eminências reverendíssimas atestam, está toda a mistela islâmico-cristã, velha dos Basileus Bizantinos e das Cruzadas Falhadas dos Templários, que vai ser envolvida num arrastão genocida, que quebrará equilíbrios centenários, e os mais recentes, quando a Inglaterra, esse estado pária, decidiu partilhar o Oriente entre os países que tinham reservas de petróleo e os que não tinham. Ficaram com os primeiros, e os últimos, comme d'habitude, sobraram para a França, que prefere semeá-los de Corbusiadas, para a máquina militar inglesa vir depois destruir, e as empresas do Velho Amigo Americano reconstruir. Os milhares de mortos e mutilados são meros efeitos colaterais, como um pouco, por todo o lado, mas quem se importa, com o Chelsea, em ascensão?
É evidente que tudo isto é História, e, como História, traição, já que o Califado não foi reconstruído, tal como prometido à nobilíssima família dos descendentes do Profeta, que governa a Jordânia, mas antes caiu nas mãos da pior máquina fundamentalista e assassina, que são os plebeus da Casa de Saud, que, a partir de Riad, subvencionam todo o terrorismo mundial. Se o Ulrich ganha por minuto um salário mínimo, os assassinos sauditas fabricam, por minuto, um futuro fundamentalista assasssino.
Depois da Síria, e de deitadas as mãos às novas reservas de gás descobertas nas suas costas mediterrâneas, como referiu Monseigneur XXXXX, será a vez de a Argélia, com as suas multidões de jovens desempregados, a meia centena de quilómetros das frágeis fronteiras europeias -- que os obamistas juraram destruir, quer politicamente, quer financeiramente -- com o ataque ao Euro e os desembarques, em massa, de desgraçados, em Lampedusa. As compras mensais de 40 000 000 000 de euros da Reserva Federal Americana não são ingénuas: bastará despejar isso, de uma só vez, nos mercados, e aquelas moedas feias e frouxas passarão a valer. . . nada, tal como previsto pelos tentáculos da Goldman Sachs, e dos genocidas de Bilderberg.
Fortificada a Turquia, a Europa ficará de joelhos, com um novo Israel no Próximo Oriente, o Estado Curdo, finalmente talhado nos escombros da Síria, do Iraque e do Irão: uma velha nação com novas fronteiras, prestes para desempenhar o papel do estado-cuco, numa região perpetuamente instabilizada.
O diálogo com o Islão, como referem os altos teólogos das Igrejas do Oriente, não é hoje mais do que uma das fabulosas fraudes intelectuais do Ocidente, a quem Ratzinger, que tinha tanto de inteligente como de facínora, passou a maior de todas as rasteiras, que foi deixar o Titanic nas mãos das mafias cardinalícias, e dizer, roam-lhe agora os ossos, posto que já devoraram a carne. . . Como é de prever, será um emérito de vida breve, com muito pouco Falla, e o Francisquinho nem dará por isso, com a sua demência própria e o seu andar de ganso coxo, as suas batinas transparentes, para poupar nos tecidos, e os seus vergonhosos sapatos pretos.
Há quantos séculos é que a mafia jesuíta sonhava com sentar-se no Trono de Pedro, hein?. . . Pois. . . já se sentou. . . :-)
Diz que quer uma Igreja pobre, para ajudar os pobres, como se qualquer igreja que fosse pobre tivesse meios para ajudar na Pobreza, para além dos mitos obsoletos das cadelas de leprosos, como a de Calcutá, cúmplice dos maiores miseráveis instigadores da ultrapobreza, como Woytila, Thatcher e Reagan. Como se sabe, até isso passou de moda, e o que vem aí é demasiado mau para caber nestas linhas: o próximo sinal será a abdicação de Beatriz da Holanda, uma das cabeças da Górgona do Clube de Bilderberg, fundado pelo seu querido e criminoso papá.
O diálogo entre religiões cessou, como dizia o nosso grande amigo de L'Oeuvre d'Orient, desde o momento em que os falsificadores das novas versões do Corão retiraram as suras em que se dizia que o Profeta Jesus morrera na cruz, para salvar os homens, e as subsituiram por aquelas em que a salvação do Mundo viria com a ressureição de Maomé, do qual Cristo não seria senão um reles seguidor. Isto não passaria de mera Teologia, se não entrasse pela contabilidade, já que, sendo o número de suratas e os ayaf equilibrado, foi preciso estender o tipo da caligrafia, para esconder as passagens eliminadas. Quando as religiões chegam a este estado de decadência, para quê os pseudo diálogos?
A conclusão é a Guerra, pelo que este texto não é humorístico. Passa-se nas muralhas bizantinas deste fim de estação, e, lá em baixo, um novo Maomé II se prepara para abater as muralhas do Prefeito Antémio.
(Quarteto patriárquico siríaco melkita, de Antioquia, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")
Press Release Duque de Bragança Absolvido
Publicado: 2013-04-17 às 10:30
Press Release
Assunto : Duque de Bragança Absolvido de todas as acusações
Milão 15 de Abril de 2013
Em audiência realizada ontem no tribunal de 2ª instância de Milão caíram por terra as duas últimas acusações contra o Duque de Bragança S. A. R D. Rosário resultado a absolvição total e completa.
D. Rosário foi recorde-se começou a ser incomodado pelas autoridades italianas em 2006 sendo detido em 2007 na sequência de denuncias caluniosas do então embaixador Vasco Valente junto das autoridades judiciais italianas.
Ao longo destes 7 anos o D. Rosário e a sua família tiveram de suportar todo o tipo de injustiças, calunias e ataques na Internet por parte dos apoiantes do falso duque de Bragança Duarte Pio que não tendo outra forma de fazer defender as suas posições recorreram ao que de mais baixo se podiam valer.
A Casa Real Portuguesa e S. A. R D. Rosário congratulam-se com esta derradeira vitória e apelam agora aos jornalistas portugueses que digam a verdade ao povo revelando de uma vez por todas a verdade sobre a Casa Real Portuguesa http://www. scribd. com/doc/114996263/D-Rosario-de-B raganca-Um-Rei-Um-Povo-A-Vontade-de-Vencer
A Casa Real Portuguesa informa que se encontram a decorrer processos na justiça portuguesa contra os vários funcionários do MNE envolvidos neste ataque sem procedentes à Casa Real Portuguesa, estando o nosso advogado Dr. Francisco Nicolau- Garcia Pereira e Associados- em condições de prestar eventuais esclarecimentos sobre o desenrolar do processo que esperamos resulte na condenação para breve destes funcionários.
A Casa Real Portuguesa é hoje uma entidade sancionada pela justiça e por esse motivo a única Casa Real Portuguesa legitima e goza junto das Nações Unidas do estatuto de Organização Intergovernamental http://esango. un. org/civilsociety/showProfileDetai l. do?method=showProfileDetails&profileCode=618874 e está inscrita na lista da transparência internacional da UE http://ec. europa. eu/transparencyregister/public/co nsultation/displaylobbyist. do?id=48512405429-11&is ListLobbyistView=true
Como já vem sendo apanágio a Casa Real Portuguesa e S. A. R D. Rosário continuarão a fazer intervenções de carácter politico junto do povo português até à restauração da monarquia com vista à recuperação da dignidade e da identidade nacional completamente destruída por 100 anos de catastróficas politicas do regime republicano!
Vincenza, 16 de Abril
A secretaria
Assunto : Duque de Bragança Absolvido de todas as acusações
Milão 15 de Abril de 2013
Em audiência realizada ontem no tribunal de 2ª instância de Milão caíram por terra as duas últimas acusações contra o Duque de Bragança S. A. R D. Rosário resultado a absolvição total e completa.
D. Rosário foi recorde-se começou a ser incomodado pelas autoridades italianas em 2006 sendo detido em 2007 na sequência de denuncias caluniosas do então embaixador Vasco Valente junto das autoridades judiciais italianas.
Ao longo destes 7 anos o D. Rosário e a sua família tiveram de suportar todo o tipo de injustiças, calunias e ataques na Internet por parte dos apoiantes do falso duque de Bragança Duarte Pio que não tendo outra forma de fazer defender as suas posições recorreram ao que de mais baixo se podiam valer.
A Casa Real Portuguesa e S. A. R D. Rosário congratulam-se com esta derradeira vitória e apelam agora aos jornalistas portugueses que digam a verdade ao povo revelando de uma vez por todas a verdade sobre a Casa Real Portuguesa http://www. scribd. com/doc/114996263/D-Rosario-de-B raganca-Um-Rei-Um-Povo-A-Vontade-de-Vencer
A Casa Real Portuguesa informa que se encontram a decorrer processos na justiça portuguesa contra os vários funcionários do MNE envolvidos neste ataque sem procedentes à Casa Real Portuguesa, estando o nosso advogado Dr. Francisco Nicolau- Garcia Pereira e Associados- em condições de prestar eventuais esclarecimentos sobre o desenrolar do processo que esperamos resulte na condenação para breve destes funcionários.
A Casa Real Portuguesa é hoje uma entidade sancionada pela justiça e por esse motivo a única Casa Real Portuguesa legitima e goza junto das Nações Unidas do estatuto de Organização Intergovernamental http://esango. un. org/civilsociety/showProfileDetai l. do?method=showProfileDetails&profileCode=618874 e está inscrita na lista da transparência internacional da UE http://ec. europa. eu/transparencyregister/public/co nsultation/displaylobbyist. do?id=48512405429-11&is ListLobbyistView=true
Como já vem sendo apanágio a Casa Real Portuguesa e S. A. R D. Rosário continuarão a fazer intervenções de carácter politico junto do povo português até à restauração da monarquia com vista à recuperação da dignidade e da identidade nacional completamente destruída por 100 anos de catastróficas politicas do regime republicano!
Vincenza, 16 de Abril
A secretaria
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