foto: noticias. pt. msn. comA cidade de Maputo esteve em guerra. As suas ruas foram reflexo de uma violenta falta de capacidade dos políticos moçambicanos em gerir as dificuldades de um povo e o seu descontentamento.
Foi tudo demasiado grave.
Mesmo que em Portugal (ainda) não haja falta de pão, vale a pena olhar (e pensar muito a sério) com atenção para tudo o que aconteceu na antiga colónia portuguesa. Se não for por mais porque também a crise anda por aí.
um certo olhar
urgência no olhar para desfazer todos os ruídos e imprecisões que nos desviam das grandes observações.
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Últimos posts neste blog:
onde não há pão?
Publicado: 2010-09-08 às 23:03
vamos mudar de cenário?
Publicado: 2010-09-08 às 15:09
NÃO concordo rigorosamente nada com a candidatura presidencial do senhor Defensor Moura. Agradecer-lhe-ei, no entanto, com muito prazer se a Regionalização voltar a fazer parte da agenda da política portuguesa.
Já ontem era tarde.
Já ontem era tarde.
jogo de má memória
Publicado: 2010-09-08 às 09:37
ANDA toda a gente preocupada em Guimarães pelo facto de o vereador responsável pelo pessoal na câmara vimaranense ter estado na sexta-feira passada assistir ao jogo de futebol entre as seleções de Portugal e do Chipre, no estádio D. Afonso Henriques. Pela exibição portuguesa e pelo resultado José Augusto Araújo não deve ter aprendido nada como se faz a gestão de pessoas. É pena!
Pela minha parte a única coisa que me intrigou foi a cadeira em branco entre ele e o vereador mais trabalhador e discreto do atual Executivo. Um político já tarimbado nestas andanças. E com provas dadas.
Pela minha parte a única coisa que me intrigou foi a cadeira em branco entre ele e o vereador mais trabalhador e discreto do atual Executivo. Um político já tarimbado nestas andanças. E com provas dadas.
as angústia de alberto oliveira
Publicado: 2010-09-07 às 14:54
A mais antiga e mais relevante peça da estratégia do PS vimaranense foi-se embora. Não da política ativa, mas da política ? bem ao seu gosto ? de fazer o que era importante para que o líder vença. Na verdade, o PS de António Magalhães e Alberto Oliveira acabou. O tempo dirá com que consequências. E esse tempo parece estar a esgotar-se.
Para já, Alberto Oliveira reagiu em entrevista ao semanário Comércio de Guimarães (CG) a este seu afastamento. As suas palavras, sem serem de revolta ou de murros em alguém são reparos, ou melhor bicadas fortes, de quem em final de um ciclo (importante e fundamental para o PS de Guimarães, diga-se) abandona ? ainda que temporariamente ? a sua paixão de sempre.
O ex-vereador da câmara de Guimarães não voltará a Santa Clara, mas continua por aí. Ou melhor, está no terreno. Um terreno que ele conhece muito melhor do que qualquer outro militante da concelhia socialista vimaranense. Daí que se perceba perfeitamente a mágoa pela forma como foi tratado (?entendia que eu estava na Autarquia a fazer rigorosamente nada. Não me sentia bem com a situação já há anos a esta parte?, disse ao CG). Alberto Oliveira tem toda razão, por isso, quando afirma ?acho que por aquilo que dei ao PS e à cidade de Guimarães merecia mais respeito". E o PS em Guimarães ainda recentemente deu sinais desses com outros militantes que deixaram a vida ativa.
Para já, Alberto Oliveira reagiu em entrevista ao semanário Comércio de Guimarães (CG) a este seu afastamento. As suas palavras, sem serem de revolta ou de murros em alguém são reparos, ou melhor bicadas fortes, de quem em final de um ciclo (importante e fundamental para o PS de Guimarães, diga-se) abandona ? ainda que temporariamente ? a sua paixão de sempre.
O ex-vereador da câmara de Guimarães não voltará a Santa Clara, mas continua por aí. Ou melhor, está no terreno. Um terreno que ele conhece muito melhor do que qualquer outro militante da concelhia socialista vimaranense. Daí que se perceba perfeitamente a mágoa pela forma como foi tratado (?entendia que eu estava na Autarquia a fazer rigorosamente nada. Não me sentia bem com a situação já há anos a esta parte?, disse ao CG). Alberto Oliveira tem toda razão, por isso, quando afirma ?acho que por aquilo que dei ao PS e à cidade de Guimarães merecia mais respeito". E o PS em Guimarães ainda recentemente deu sinais desses com outros militantes que deixaram a vida ativa.
ecos do papel
Publicado: 2010-09-07 às 10:43
AO longo do processo Casa Pia, a Justiça foi destruindo o seu mais preciso capital: a credibilidade. (Editorial, Público, 10. 09. 03) ? Não há eco possível, ou seja, sem comentários.
Julgo que nesta fase do campeonato toda a gente percebeu que não vejo no professor Cavaco um instrumento de intervenção do PSD, como o PSD não é um instrumento do professor Cavaco. (Pedro Passos Coelho, Expresso, 10. 09. 04) ? Sim, claro! Curiosamente nem (todos) os militantes (simpatizantes) do partido acreditam nestas palavras do seu líder. Ou seja, Pedro Coelho não só perde margem de manobra junto dos portugueses por causa das suas propostas, como tira força aos militantes do seu partido para este avançarem entusiasmados para novas contendas.
Para um criminoso, um mundo sem policia seria, nada menos do que isso, um mundo em que ficaria desempregado. É a lei, e não a falta dela, que alimenta o crime. (Pedro Chagas Freitas, Noticias de Guimarães, 10. 09. 03) ? Que estranho! Sim, sim!, a afirmação também.
A agitação na vila [Taipas] transfere-se para os cafés e diversas esplanadas que surgem nesta altura do ano. O francês sobrepõe-se ao português, o que nos leva a questionara realidade da quebra da escolha dessa língua nas escolas portuguesas. (Alfredo Oliveira, Reflexo, setembro)- Está muito cosmopolita a Taipas dos nossos dias! Concordando inteiramente com a dúvida do francês nas escolas portuguesas fico, todavia com uma grande dúvida: há mesmo agitação em Caldelas? Ah! Pois é, muitos forasteiros nas férias?
Julgo que nesta fase do campeonato toda a gente percebeu que não vejo no professor Cavaco um instrumento de intervenção do PSD, como o PSD não é um instrumento do professor Cavaco. (Pedro Passos Coelho, Expresso, 10. 09. 04) ? Sim, claro! Curiosamente nem (todos) os militantes (simpatizantes) do partido acreditam nestas palavras do seu líder. Ou seja, Pedro Coelho não só perde margem de manobra junto dos portugueses por causa das suas propostas, como tira força aos militantes do seu partido para este avançarem entusiasmados para novas contendas.
Para um criminoso, um mundo sem policia seria, nada menos do que isso, um mundo em que ficaria desempregado. É a lei, e não a falta dela, que alimenta o crime. (Pedro Chagas Freitas, Noticias de Guimarães, 10. 09. 03) ? Que estranho! Sim, sim!, a afirmação também.
A agitação na vila [Taipas] transfere-se para os cafés e diversas esplanadas que surgem nesta altura do ano. O francês sobrepõe-se ao português, o que nos leva a questionara realidade da quebra da escolha dessa língua nas escolas portuguesas. (Alfredo Oliveira, Reflexo, setembro)- Está muito cosmopolita a Taipas dos nossos dias! Concordando inteiramente com a dúvida do francês nas escolas portuguesas fico, todavia com uma grande dúvida: há mesmo agitação em Caldelas? Ah! Pois é, muitos forasteiros nas férias?
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