A candidatura de Plinio de Arruda Sampaio à Presidência da República pelo PSOL permite um debate real entre os candidatos. Devido à estabilidade da democracia e da economia no país, os discursos estão cada vez mais parecidos. Neste contexto, todas ideias dissonantes precisam ser conferidas.
Fonte: http://www. cartacapital. com. br/app/materia. jsp?a=2&a2=8&i=5955
A solução necessária
03/02/2010 20:24:36
Mino Carta
Pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, 79 anos, é intelectual católico próximo de uma corrente que na França produziu figuras como François Mauriac. Iniciou-se na política ao lado do governador paulista Carvalho Pinto, foi deputado federal pelo PDC e despertou as iras dos latifundiários ao criar durante o governo de João Goulart a Comissão Especial da Reforma Agrária. Com o golpe de 1964 foi um dos primeiros cem brasileiros que sofreram a cassação dos direitos políticos. Por seis anos viveu exilado no Chile. De volta, lecionou na FGV e militou no MDB. Em 1980, passou-se para o PT e foi autor do estatuto do partido. Voltou à Câmara Federal em 1986. Desde 2005 liderança do PSOL, aqui expõe suas decepções, esperanças e aspirações.
CartaCapital: É o senhor o candidato do PSOL à Presidência?
Plínio de Arruda Sampaio: Há uma certa disputa de correntes internas que se resolve em março. Eu acho que nós precisamos ter uma candidatura alternativa com capacidade de propor o outro lado, caso contrário será um lado só. A verdade é que entre o Serra e a Dilma há diferenças de nuances aqui, nuances ali, mas não tem uma diferença substancial. Ninguém propõe a solução necessária. Aliás, eu noto o seguinte, o domínio da burguesia é uma hegemonia completa, então o que eles não querem é que se levantem as soluções reais. Discutem-se os problemas através de um artifício: o País amadureceu, as ideologias estão superadas e vamos para as soluções técnicas. Por exemplo: como explorar o pré-sal? Com a Petrobras ou por meio de uma empresa nova? Este não é o problema e esta solução é acidental.
CC: Como o senhor interpreta então a clara resistência da mídia em geral, que é excelente porta-voz da burguesia nativa, ao nome de Dilma Rousseff e, sobretudo, de Lula?
PAS: A mesma coisa deu-se com Getúlio. Ele na verdade defendeu os fazendeiros de café como ninguém. Eu que descendo de fazendeiros de café sei muito bem o que acontecia lá em casa, no entanto o Getúlio com aqueles senhores não tinha vez. Porque Lula tem um vício de origem. Embora, a meu ver, ele tenha passado para o outro lado, totalmente, ele sempre é um cara do lado de lá.
CC: Ódio de classe no caso do Lula. Mas Dilma não é uma ex-metalúrgica.
PAS: A Dilma pode ser a Dilma, pode ser o Zequinha da esquina, pode ser um poste, a Dilma é o Lula.
CC: E Serra não é Fernando Henrique?
PAS: O Serra é melhor que o Fernando Henrique. Mas é o Fernando Henrique. Ele é mais nacionalista que o Fernando Henrique. Eu conheço bem o Serra, nós estudamos juntos em Cornell, fomos companheiros, trabalhamos juntos. Eu o conheço desde menino. Serra é mais decidido que Fernando, que só pensa nele mesmo. Há horas em que Serra não pensa só nele.
CC: A popularidade de Lula não decorre da identificação do povo com um igual que chegou à Presidência?
PAS: Esse é um componente, mas tem outros. O brasileiro diz para si mesmo: não tem jeito, é esse aí mesmo, esse é nosso. Mais um componente é a cultura do favor. Esta é uma sociedade que teve 300 anos de escravidão, quando havia duas figuras econômicas, um senhor de terras e um escravo. No meio ficava o bastardo, um mulato liberto, um branco pobre. Não tinham lugar na economia. Do que eles viviam? Do favor do senhor de terras. Isso está até hoje, a cultura do favor. Lula, ele dá 100 mil reais, ou 200 mil reais, não sei quanto, para 50 milhões de pessoas. O quadro brasileiro é o seguinte: há quem está melhor do que estava, 20 milhões de pessoas que estão consumindo. A minha empregada está comprando um carro zero. Objetivamente, a inflação está segura, ainda é alta para alguns padrões, mas para nós aqui é uma maravilha. Todo mundo gosta de ver o Lula ao lado do Obama. Então na superfície da sociedade a melhora aconteceu. Embaixo é que é o problema, as grandes tendências que estão se acumulando são terríveis. A educação está um horror. A mesma empregada que compra um carro tem dois filhos, os dois meninos estão formados no grupo escolar, não sabem ler nem escrever. E o País se endivida de uma maneira brutal. Amanhã dá um repeteco lá fora e isso aqui vai ser um desastre. Isto é o que tem de ser levantado na campanha, o povo precisa tomar consciência da situação e conhecer as soluções corretas.
CC: Quais são as soluções corretas?
PAS: As soluções concretas dos problemas concretos e em um discurso que aponte para a dinâmica dessa solução concreta. Vou dar um exemplo: reforma agrária, o que pode ser feito agora? O que pode ser feito agora é crédito. Em todo caso, o encaminhamento de uma solução que aponte para um desequilíbrio, uma desestabilização, uma dinâmica de transformação. O MST e a CNBB estão propondo o seguinte: as propriedades com mais de 1. 000 hectares serão desapropriáveis, não quer dizer desapropriadas, o que permitirá muito maior flexibilidade. Qual é a solução para o programa educacional? Pagar melhor o professor, mais verba etc.
CC: Mas onde achar a verba?
PAS: Tudo bem, que tem, tem, se não pagar a dívida brutal, essa dívida interna imensa, tem dinheiro adoiado. Mas não é isso, isso segura. O que não segura? Uma ideia. Se nós queremos democratizar este país, a educação tem de ser pública. Trata-se de transformar a educação em uma atividade fora do comércio.
CC: Eliminar a ideia da escola privada?
PAS: Não existe escola comércio. Escola ideológica, escola católica, tudo bem. Faz uma comunidade, vai no fundo de imposto para a educação e diz olha, a minha escola é tal. Só que a verba que ele vai tirar ali é idêntica à verba que uma outra escola marxista, uma outra escola do vudu, da umbanda tirará no Piauí porque aí o menino do Piauí tem o mesmo microscópio.
CC: Isso tudo não é um tanto utópico?
PAS: É utópico, mas na minha campanha eu me empenharia em apontar o outro lado. Não em campanha programática, ideo-lógica, propagandista, não falaria em socialismo, em produção de mercadoria, mas colocaria soluções mais fortes.
CC: Como se enfrenta o desequilíbrio social provocado por uma distribuição de renda muito ruim?
PAS: Eu acho que a primeira medida é justamente a reforma agrária, precisamos colocar 6 milhões de famílias no campo, na terra. Precisamos de uma reforma agrária de verdade. Aliás, eu fiz um projeto para o Lula, um projeto modesto. Para ter uma ideia, no tempo do Sarney o Zé Gomes fez um primeiro plano para assentar 1,4 milhão de famílias em quatro anos, eu fiz para 1 milhão porque a correlação de forças não permite. O plano não passou, cortaram pela metade. E não cumpriram nem a metade. Por que a reforma agrária é a primeira medida? Porque a desigualdade começa no campo. No segundo andar fica a educação, depois vem o resto. Se você resolver educação e terra, que foi o que fez a China. . .
CC: Mas nós não temos uma elite muito resistente?
PAS: A última vez que eu vi o empresariado foi na festa de CartaCapital. Aquele dia eu achei uma graça o discurso do Lula. Ele dizia ?Eu dei tudo para vocês e vocês são contra mim?? Florestan Fernandes diz o seguinte: ?Essa é uma burguesia lúcida, consciente, que montou um projeto de contrarrevolução permanente para evitar qualquer réstia de poder do povo?. Essa é uma verdade, ela é capaz. Por outro lado é muito limitada porque aceita viver de comissões. Ela é uma burguesiasinha de acomodação. Então é curioso porque por um lado ela é feroz e competentíssima, por outro lado ela é uma burguesia de negócios. Ela está aqui, o País oferece um monte de negócios e ela é uma espécie de corretor do capital estrangeiro, ela presta o serviço e aí recebe um caraminguá que eu acho o fim do mundo.
CC: O PSOL nasceu como uma dissidência do PT. O que determinou a ruptura?
PAS: O PT era um projeto socialista, era um projeto de transgressão da ordem estabelecida e foi paulatinamente se tornando um partido da ordem. Quem estava lá dentro e não era da ordem era da desordem, falou ?não, aqui tem um limite?. Eu segurei o que pude porque acho que o primeiro partido que o povo criou foi o PT, um partido que merecia o maior respeito. Em 300 anos de história, o PT foi o primeiro partido que não se fez no tapete. Segurei o que pude, mas chegou num ponto em que permanecer era impossível. Quando Lula começou a entregar a nossa moeda, o Banco Central rendeu-se à doutrina neoliberal, a reforma agrária não foi executada. Falei: bom, não tem mais o que fazer aqui dentro, vou tentar fazer em outro lugar. Essa é a origem do PSOL, o PSOL é uma tentativa de afastar-se da estratégia atual do PT. Nos seus primeiros 10 anos de vida, a estratégia do PT estava muito correta, respondia a uma realidade anterior à queda da União Soviética. Agora o caminho tem de ser outro, de certo modo mais radical, porque você tem menos intermediação. Naquele tempo havia uma intermediação social-democrata, hoje o conflito foi reduzido, mas ao mesmo tempo a situação não propicia uma correlação de forças favorável a mudanças profundas.
CC: O senhor acha que o governo de Lula foi melhor que o de FHC, ou pior?
PAS: Ah, de longe, muito melhor. É que o talento de Lula é maior que o de Fernando, Lula é um homem talentosíssimo. Ele é de certo modo, pegue a palavra com cuidado, ele é de certo modo um impostor, mas um impostor que acredita na própria impostura. É um demagogo, quando Lula chora, chora mesmo. Não é Jânio Quadros, que chorava lágrimas de crocodilo. Ele não, aquela explosão de choro quando o Brasil foi escolhido para a Copa. . . Imagine se o Fernando Henrique seria capaz de chorar. Aquilo tem um efeito popular enorme, porque é autêntico, porque é verdadeiro. E o Lula é um homem mais humano, sofreu mais, conhece mais.
CC: O que visa o PSOL ao concorrer na eleição para a Presidência?
PAS: A ideia básica é a seguinte: a nossa é uma candidatura realista, vai discutir os problemas reais e as soluções reais, mas vai mostrar que essas soluções ainda são um começo.
CC: A sua aposta numa votação num primeiro turno?
PAS: O quadro não está montado, mas é coisa pequena, na melhor das hipóteses uns 3% a 5%, não vai muito além disso.
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Enfim, ruptura no discurso único nas próximas eleições
Publicado: 2010-02-08 às 15:49
Projeto Livro sem Fronteiras
Publicado: 2010-02-03 às 17:44
"Proposta de implantação de biblioteca ao ar livre.
A cultura é flor, folhas e fruto da evolução natural do intelecto humano
Resulta em ramificação nas entranhas da mente e se enraíza na personalidade.
Germina biosferas onde antes só havia aridez mental.
É raiz e tronco estruturante da alma.
Os ventos da primavera hão de soprar e carregar o pólen que semeará flores sedentas por conteúdo.
Gerarão frutos mais humanos e sabedores de suas condições de sociabilidade.
Reconhecerão suas cidadanias e a importância do ser perante a vida
E terão consciência de sua insignificância perante o universo. "
(Texto de Apresentação do Projeto)
Para mais informações, clique aqui.
A cultura é flor, folhas e fruto da evolução natural do intelecto humano
Resulta em ramificação nas entranhas da mente e se enraíza na personalidade.
Germina biosferas onde antes só havia aridez mental.
É raiz e tronco estruturante da alma.
Os ventos da primavera hão de soprar e carregar o pólen que semeará flores sedentas por conteúdo.
Gerarão frutos mais humanos e sabedores de suas condições de sociabilidade.
Reconhecerão suas cidadanias e a importância do ser perante a vida
E terão consciência de sua insignificância perante o universo. "
(Texto de Apresentação do Projeto)
Para mais informações, clique aqui.
10 anos do Fórum Social Mundial
Publicado: 2010-01-29 às 20:14
Aviso do Instituto Polis:
Fórum Social Mundial completa 10 anos com edição descentralizada
Em entrevista à Rádio Nacional, o coordenador-geral e editor-chefe do jornal Le Monde Diplomatique, Silvio Caccia Bava, falou sobre a importância do encontro anual, contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos. Caccia Bava explica que o FSM vem fazendo uma crítica ao modelo de desenvolvimento hegemônico, com implicações ambientais. ?O Fórum Social Mundial é um espaço de fortalecimento das redes e dos fóruns de cidadania para defender direitos. No modelo atual de desenvolvimento, esses direitos não estão sendo respeitados?, afirma o coordenador-geral do Pólis.
Rádio Nacional ? Revista Brasil ? 23 de janeiro de 2010
Parte 1
Parte 2
A minha opinião sobre o FSM continua a mesma. Pode ser conferida aqui.
Fórum Social Mundial completa 10 anos com edição descentralizada
Em entrevista à Rádio Nacional, o coordenador-geral e editor-chefe do jornal Le Monde Diplomatique, Silvio Caccia Bava, falou sobre a importância do encontro anual, contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos. Caccia Bava explica que o FSM vem fazendo uma crítica ao modelo de desenvolvimento hegemônico, com implicações ambientais. ?O Fórum Social Mundial é um espaço de fortalecimento das redes e dos fóruns de cidadania para defender direitos. No modelo atual de desenvolvimento, esses direitos não estão sendo respeitados?, afirma o coordenador-geral do Pólis.
Rádio Nacional ? Revista Brasil ? 23 de janeiro de 2010
Parte 1
Parte 2
A minha opinião sobre o FSM continua a mesma. Pode ser conferida aqui.
Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo
Publicado: 2010-01-29 às 14:54
Em Minas Gerais, mais de 120 pessoas, entre elas diversas autoridades e representantes de entidades da sociedade civil, participaram de ato público, no dia 26 de janeiro, em que apoiaram o abaixo-assinado pela aprovação da PEC do Trabalho Escravo e divulgaram uma carta aberta pela reestruturação das fiscalizações no Noroeste de Minas. O ato público, intitulado ?Combate ao Trabalho Escravo em Minas Gerais ? Perspectivas e Desafios?, foi promovido pelo Ministério Público do Trabalho em Minas Gerais (MPT) e pela Coordenadoria Nacional de Combate ao Trabalho Escravo (Conatrae). A manifestação foi programada para marcar, em Minas Gerais, o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, comemorado em 28 de janeiro, data do assassinato de servidores do Ministério do Trabalho durante fiscalização no município de Unaí (MG), em 2004. O coordenador nacional de Combate ao Trabalho Escravo do MPT, Sebastião Caixeta, destacou o simbolismo de a abertura das atividades da semana acontecer em Minas. ?O crime de Unaí foi uma afronta não só às famílias, mas também ao poder do Estado que estava ali encarnado pelos fiscais?, afirmou. ?É imperioso que o trabalho de fiscalização se mantenha firme para fazer frente a essa forma de vil de exploração?. Durante toda a semana outras atividades estão sendo realizadas em várias partes do país. Confira abaixo: (fonte: MPT Minas Gerais)
Em Porto Alegre (RS) ? Dentro das atividades do Fórum Social Mundial, foi realizada oficina intitulada ?Trabalho escravo: o quanto já caminhamos e o que falta fazer?, na quarta-feira, 27. Organizada pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) e pela ONG Repórter Brasil, a oficina contará com a presença do Ministro Paulo Vannuchi, do Senador José Nery, da secretária de Inspeção do Trabalho, Ruth Beatriz, da diretora da Organização Internacional do Trabalho no Brasil, Laís Abramo, do Frei Xavier Plassat (Comissão Pastoral da Terra), de Leonardo Sakamoto (ONG Repórter Brasil), e outros.
Em Brasília (DF) - Na quinta-feira, 28, será realizado um grande Ato Público em frente ao Supremo Tribunal Federal, com o tema ?Chacina de Unaí ? 6 anos de Impunidade ? Julgamento Já?. O ato acontecerá às 10 horas.
No Tocantins - dia 28 às 18h30, uma sessão solene da Conatrae será realizada no Palácio do Governo, em Palmas (TO), ocasião em que o Governo assumirá protocolo de intenção garantindo a implementação do Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo. Araguaína (TO) acolherá, na Casa dona Olinda, o encontro das CPT?s da Região Norte (de 27 a 29/01) e a reunião Coordenação Nacional da Campanha de Combate ao Trabalho Escravo com delegados de 8 estados (do dia 31/01 a 02/02).
Em Recife (PE) ? Também na quinta-feira (28), às 14h, o Ministério Público do Trabalho promove, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego e a Federação dos Trabalhadores Rurais de Pernambuco, o seminário ?Trabalho decente no meio rural: desafios e perspectivas?, no auditório do MTE.
Em São Paulo (SP) - de 28 a 29/01, será realizado o I Fórum Estadual de Combate ao Trabalho Escravo.
Outros eventos acontecerão em Belém (PA) - Ato político e cultural na Praça da República, no domingo, dia 31, com coleta de assinaturas em favor da PEC 438/01 e apresentações de artistas locais.
Enviado pela Comissão Pastoral da Terra
Em Porto Alegre (RS) ? Dentro das atividades do Fórum Social Mundial, foi realizada oficina intitulada ?Trabalho escravo: o quanto já caminhamos e o que falta fazer?, na quarta-feira, 27. Organizada pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) e pela ONG Repórter Brasil, a oficina contará com a presença do Ministro Paulo Vannuchi, do Senador José Nery, da secretária de Inspeção do Trabalho, Ruth Beatriz, da diretora da Organização Internacional do Trabalho no Brasil, Laís Abramo, do Frei Xavier Plassat (Comissão Pastoral da Terra), de Leonardo Sakamoto (ONG Repórter Brasil), e outros.
Em Brasília (DF) - Na quinta-feira, 28, será realizado um grande Ato Público em frente ao Supremo Tribunal Federal, com o tema ?Chacina de Unaí ? 6 anos de Impunidade ? Julgamento Já?. O ato acontecerá às 10 horas.
No Tocantins - dia 28 às 18h30, uma sessão solene da Conatrae será realizada no Palácio do Governo, em Palmas (TO), ocasião em que o Governo assumirá protocolo de intenção garantindo a implementação do Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo. Araguaína (TO) acolherá, na Casa dona Olinda, o encontro das CPT?s da Região Norte (de 27 a 29/01) e a reunião Coordenação Nacional da Campanha de Combate ao Trabalho Escravo com delegados de 8 estados (do dia 31/01 a 02/02).
Em Recife (PE) ? Também na quinta-feira (28), às 14h, o Ministério Público do Trabalho promove, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego e a Federação dos Trabalhadores Rurais de Pernambuco, o seminário ?Trabalho decente no meio rural: desafios e perspectivas?, no auditório do MTE.
Em São Paulo (SP) - de 28 a 29/01, será realizado o I Fórum Estadual de Combate ao Trabalho Escravo.
Outros eventos acontecerão em Belém (PA) - Ato político e cultural na Praça da República, no domingo, dia 31, com coleta de assinaturas em favor da PEC 438/01 e apresentações de artistas locais.
Enviado pela Comissão Pastoral da Terra
Venezuela sem mordaça
Publicado: 2010-01-28 às 17:19
Estimad@s amig@s:
Quizás pueda parecer poca cosa, pero para muchos venezolanos sería un gesto de gran valía el que pudieran utilizar la imagen de Venezuela sin mordaza en sus cuentas de facebook o twitter durante la presente semana.
Más allá de un tema de izquierdas o derechas, lo que estamos presenciando en Venezuela es un ataque despiadado a la libertad de expresión y el apoyo de personas como ustedes, generadoras de opinión y con un nutrido capital relacional, servirá para denunciar que en la patria de Bolívar la democracia está herida de muerte.
Si alguna persona receptora del presente correo es simpatizante del modelo chavista, haga caso omiso a nuestra solicitud, pero, por favor, no deje de hacerle caso a su conciencia.
Feliz día.
Efrén Rodríguez Toro
Quizás pueda parecer poca cosa, pero para muchos venezolanos sería un gesto de gran valía el que pudieran utilizar la imagen de Venezuela sin mordaza en sus cuentas de facebook o twitter durante la presente semana.
Más allá de un tema de izquierdas o derechas, lo que estamos presenciando en Venezuela es un ataque despiadado a la libertad de expresión y el apoyo de personas como ustedes, generadoras de opinión y con un nutrido capital relacional, servirá para denunciar que en la patria de Bolívar la democracia está herida de muerte.
Si alguna persona receptora del presente correo es simpatizante del modelo chavista, haga caso omiso a nuestra solicitud, pero, por favor, no deje de hacerle caso a su conciencia.
Feliz día.
Efrén Rodríguez Toro
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