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últimos posts sobre Ciência - Saúde

Brasil Existem no mundo 7 mulheres para cada homem

Publicado: 2013-06-18 às 20:31 no blog Neuróticos Anônimos
Semana passada, saiu na mídia nacional, uma matéria publicada pelo Jornal ?A Tribuna? o maior e melhor veiculo de informação impresso do ES. Baseado nas palavras da Bíblia, o ?pastor? evangélico Justino Apolinário de Oliveira, 50, que atua no Bairro Vila Nova de Colares, (Serra ? Espírito Santo), defende que cada homem possa ter sete mulheres. O pastor, que pertence à pequena igreja conhecida como Tabernáculo, cita uma passagem bíblica, do profeta Isaías, para defender a prática. Em entrevista ao jornal ?A Tribuna?, Oliveira afirmou que já manteve relações extraconjugais após uma suposta revelação que lhe veio durante um sonho. ?Só liguei e disse: ?Olha, estou vendo desse jeito, você aceita?? Se aceitar, vou até seu pai para conversar com ele?. E ela aceitou?, lembrou Oliveira, que vive com esta nova companheira há quase três anos após sua ex-mulher o abandonar.
Trocas
Uma dona-de-casa de 24 anos, que mora em Vila Nova de Colares e segue a doutrina da mesma igreja, admitiu que teve relações sexuais com o pastor. Casada há sete anos e mãe de quatro filhos, ela contou à reportagem de ?A Tribuna? que seu marido concordou e o pastor teria mandado duas mulheres para o companheiro dela ?não ficar sozinho?. Ela disse que dormiu na mesma cama com o pastor e sua mulher, mas que nos momentos íntimos os dois ficavam sozinhos. ?Não senti prazer. Fui tudo pelo espírito. Foi de Deus?, disse a dona-de-casa. Pela cidade, alguns fiéis discordaram da suposta troca de casais e abandonaram a igreja. Um deles foi o porteiro Carlos Robson dos Santos, 46: ?Ele dizia que estava tudo na Bíblia. Falava, ainda, que os homens tinham que ter sete mulheres virgens ou viúvas?, contou. Passagens da Bíblia
O relacionamento do homem com mais de uma mulher aparece em trechos do Velho Testamento. Mas pastores alertam que a interpretação deve levar em conta o contexto histórico e cultural das épocas. O presidente da Associação de Pastores Evangélicos de Vitória, Abílio Rodrigues, condena a prática. ?Quando se fala em sete mulheres para cada homem, no livro de Isaías, é uma profecia específica para o povo de Israel, que iria viver um tempo de guerra, em que não haveria homens para casarem com as mulheres. Não se pode firmar uma doutrina em cima disso. O apóstolo Paulo explica que o pastor tem que ser marido de uma só mulher?, afirmou. (Postado por O Controle da Mente ? Fonte: uol)

Brasil Povão brasileiro se revolta e preocupa governantes!

Publicado: 2013-06-18 às 15:15 no blog Neuróticos Anônimos
Protestos pelo país reúnem mais de 250 mil pessoas.

Reivindicações vão de preço do transporte público a custos da Copa. Poucas cidades registraram confrontos com a polícia e vandalismo.

Mais de 250 mil pessoas saíram às ruas nesta segunda-feira (17) pelo país para protestar contra o aumento das tarifas de transporte, a violência urbana, os custos da Copa do Mundo, a precariedade do serviço público, entre outras reivindicações. Manifestações aconteceram em 12 capitais e ao menos 16 cidades do interior.




A maioria foi pacífica. Mas, em algumas cidades, uma minoria radical causou vandalismo e protestos acabaram em confronto com a polícia. No Rio de Janeiro, manifestantes deixaram um rastro de destruição na Assembleia Legislativa (Alerj). Um vídeo registrou policiais encurralados e agredidos a pedras e chutes por um grupo. PMs também foram flagrados dando tiros de fuzil para o alto. Ao todo, 100 mil manifestantes foram às ruas no Rio.




Em São Paulo, o quinto e maior protesto em duas semanas causou a interdição de importantes vias, como a Marginal Pinheiros, a Avenida Paulista e a Ponte Estaiada. A manifestação reuniu cerca de 65 mil pessoas e foi considerada pacífica até um grupo tentar invadir o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo. A polícia reagiu com bombas de efeito moral e gás de pimenta e impediu o ato.

Em Brasília, os participantes invadiram a marquise do Congresso Nacional. Em Porto Alegre, manifestantes foram presos após depredarem mais de 50 contêineres e incendiarem ônibus. Em Belo Horizonte, houve confronto na Praça Sete. Em Fortaleza, o hotel da Seleção Brasileira foi alvo dos manifestantes.

Maceió, Vitória, Salvador, Belém, Curitiba e Recife também registraram protestos. Outras cidades do Brasil foram palco de manifestações. Veja como foi:







Alagoas Maceió teve uma manifestação com ao menos 2 mil participantes, segundo a Polícia Militar. Eles protestavam contra o aumento da tarifa de ônibus de R$ 2,30 para R$ 2,85. O ativistas bloquearam a Avenida Fernandes Lima, causando trânsito. Um carro furou o bloqueio dos manifestantes e um tiro foi disparado contra a multidão, atingindo um estudante no rosto. Os ativistas acusam o motorista de atirar. Durante o protesto, o automóvel foi cercado pelos manifestantes, que batiam contra seu capô. A Polícia Militar identificou que o veículo pertence a uma Prefeitura.







Bahia

Em Salvador, a estimativa da Polícia Militar é que mais de 4 mil pessoas tenham ido às ruas em apoio aos protestos pelo país que exigem a redução das tarifas. A manifestação começou por volta das 16h, e permaneceu pacífica, tendo ficado concentrada na Avenida ACM e na Avenida Paralela. O trânsito ficou bem complicado por volta das 19h.







Ceará

Uma manifestação com cerca de 5 mil pessoas saiu pelas ruas de Fortaleza a favor da redução da tarifa e contra a Copa do Mundo, na segunda-feira (17). Os ativistas seguiram até o hotel onde a seleção brasileira estava hospedada, no bairro Moura Brasil. A manifestação foi pacífica e não teve confrontos.







Distrito Federal

Um protesto que durou quase seis horas durante a segunda-feira (17) reuniu 10 mil pessoas no Distrito Federal, segundo o comando da PM. O protesto teve casos isolados de vandalismo, mas foi pacífico na maior parte do tempo. Ativistas tentaram invadir o Congresso Nacional e algumas dezenas deles conseguiram furar o bloqueio policial. O grupo invadiu a cobertura do prédio do Legislativo e se aglomerou na marquise do edifício para entoar gritos de ordem e estender faixas. Dois manifestantes foram presos, segundo a polícia.







Espírito Santo

Bombas de gás lacrimogêneo foram disparadas contra manifestantes que tentavam chegar à casa do governador Renato Casagrande, em Vitória, no Espírito Santo, por volta das 22h da segunda (17). A Polícia Militar estima que mais de 5 mil pessoas participaram do protesto, que saiu da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e seguiu pela cidade. Confrontos foram registrados. A reação da PM, segundo os manifestantes, foi desencadeada após uma latinha ser jogada por um ativista.







Minas Gerais

Em Belo Horizonte, o protesto teve confronto entre PMs e manifestantes. Mais de 20 mil pessoas foram às ruas numa manifestação que começou na Praça Sete, no Centro da cidade, e seguiu a pé até as imediações do Mineirão, em um trajeto de cerca de 10 quilômetros. Os confrontos começaram próximo ao campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Duas pessoas foram feridas, mas sem gravidade. Uma delas caiu de um viaduto. Próximo à universidade, a polícia fez uma barreira para impedir o protesto de seguir até o Mineirão, onde o jogo entre Taiti e Nigéria ocorria pela Copa das Confederações. A Polícia Militar afirmou que os manifestantes jogaram pedras contra a força policial. A Tropa de Choque reagiu com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.






Em Juiz de Fora, a estimativa dos manifestantes é que 5 mil pessoas foram às ruas; já a Polícia Militar fala em 2 mil. O protesto foi pacífico e não teve confrontos. A maioria dos participantes eram estudantes universitários e de ensino médio, mas também houve militantes de movimentos sociais entre os que integraram o protesto. Com cartazes e gritos de ordem, os manifestantes protestavam por muitos motivos, entre eles pela distribuição de terra, melhoria do transporte público e pela redução da tarifa.






Em Poços de Caldas, pelo menos 500 pessoas protestaram contra o aumento das tarifas de transporte público pelo país, por volta de 17h45 de segunda-feira (17). Não houve confronto, mas duas pessoas subiram na janela de um ônibus. Segurando faixas e cartazes com dizeres como "Que país é este?" e "Desculpe o incômodo, estamos mudando o país", os manifestantes fecharam os cruzamentos das principais ruas da região central.







Paraná

Em Curitiba, cerca de 10 mil pessoas participaram de um protesto que saiu da Boca Maldita, nesta segunda-feira (17). O número foi informado pela Polícia Militar. O grupo reivindica, entre outras coisas, a redução da tarifa de ônibus na cidade. Eles pedem que o valor seja reduzido dos atuais R$ 2,85 para R$ 2,60 de segunda a sábado e de R$ 1,50 para R$ 1 aos domingos. A manifestação partiu da Boca Maldita em direção à Praça Santos Andrade, onde ficam o prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o Teatro Guaíra. O ato foi pacífico no início, mas terminou com um pequeno grupo em confronto com a polícia.







Pará

Uma manifestação por melhores condições de vida em Belém, capital do estado, reuniu mais de 13 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. A multidão entoava a uma só voz os gritos de protesto: "Vem pra rua!"; "A rua é nossa"; "Sem vandalismo". A passeata avançou pela avenida Almirante Barroso até o entroncamento pacificamente e terminou no trevo que dá acesso aos balneários do distrito de Belém e também à rodovia BR-316, única via de entrada e saída da capital. Entre as bandeiras erguidas estavam as de feministas, estudantes, movimento LGBT, grupos de skatistas e pessoas que pediam mais segurança para pedalar nas ruas da cidade. Na pauta, críticas à construção da Usina de Belo Monte, aos gastos em obras para a Copa do Mundo, repúdio à Proposta de Emenda Constitucional 37, gritos contra a homofobia e o Estatuto do Nascituro.







Pernambuco

Centenas de pessoas se reuniram na área central do Recife para protestar contra o aumento do preço da tarifa pelo país e a corrupção. Manifestantes ocuparam o cruzamento das avenidas Conde da Boa Vista e Agamenon Magalhães, próximo à Praça do Derby. O trânsito na região apresentou retenções e ficou congestionado. O grupo também cobrou passe livre, meia passagem intermunicipal e melhorias no transporte público. Formado em sua maioria por estudantes, o grupo de manifestantes afirmou que o movimento é apartidário.







Rio de Janeiro

O protesto no Rio contou com mais de 100 mil pessoas e teve um início pacífico na segunda-feira (17). Os manifestantes começaram seguindo pelo Centro da cidade. No fim, houve atos de vandalismo e confrontos. Manifestantes picharam prédios públicos e empresas, quebraram vidros, depredaram agências bancárias e chegaram a agredir alguns policiais militares, que revidaram com bombas de gás lacrimogêneo e até tiros para o alto, inclusive de fuzil. Na Assembleia Legislativa, um rastro de destruição marcava a passagem dos manifestantes. Com vidraças quebradas e extintores de incêndio espalhados no chão, o local estava irreconhecível. Cerca de 70 policiais militares se protegeram de um ataque dentro do prédio. O hall foi quebrado, com extintores de incêndio espalhados pelo chão, além de cocos e pedras que destruíram vidraças.






Em Campos dos Goytacazes, Cerca de 150 pessoas se concentram na praça do Santíssimo Salvador para uma manifestação em apoio às várias outras que acontecem no país pedindo a redução das tarifas de ônibus e o fim da corrupção, entre outras bandeiras. . Os manifestantes reclamavam pedindo melhorias em áreas como saúde, transporte e educação. O protesto pacífico foi idealizado por estudantes da UFF (Universidade Federal Fluminense) e em pouco tempo ganhou a adesão de estudantes de outras universidades.







Rio Grande do Sul

Cerca de 10 mil pessoas se reuniram no centro de Porto Alegre no início da noite de segunda-feira (17), segundo a Brigada Militar. Manifestantes se deslocaram pela rua João Pessoa, seguiram a marcha até o bairro Cidade Baixa e pararam na Avenida Ipiranga, onde acabaram entrando em confronto com a polícia. As pessoas que participam ressaltam que a ida às ruas é contra custo de vida, a realização da Copa do Mundo no Brasil e o aumento da passagem do transporte. Houve depredação, janelas de lojas destruídas e conflitos com os policiais.







São Paulo

O quinto dia de protestos na cidade de São Paulo começou com a reunião de milhares de manifestantes no Largo da Batata, em Pinheiros, nesta segunda. Cerca de 65 mil pessoas participaram da manifestação. Após o início, os ativistas se dividiram pela capital, seguindo para a Avenida Paulista, a Marginal Pinheiros e a Avenida Brigadeiro Faria Lima. Pelo menos 3 mil pessoas chegaram ao Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul, de acordo com balanço da polícia. O protesto, que estava pacífico até então, teve um princípio de tumulto no local quando manifestantes tentaram invadir o Palácio. A PM usou bombas de gás e dispersou a concentração no local por volta das 23h30 de segunda-feira. Mas, no início da manhã de terça-feira (19), um grupo de 30 pessoas ainda resistia em frente ao Palácio após passar a noite no local.






Em Araraquara, no interior paulista, ao menos 150 pessoas participaram de um protesto apoiando as manifestações contra o aumento das tarifas de transporte pelo país, nesta segunda-feira (17). Participantes da passeata na cidade carregavam faixas pedindo liberdade de expressão. Os manifestantes percorreram ruas da região central, próximo aos prédios da Prefeitura e da Câmara Municipal. O trânsito continuou liberado e os participantes passaram em meio aos carros e ônibus.






Em Bauru, cerca de 600 manifestantes se aglomeraram em frente à Câmara dos Vereadores e fecharam oito quarteirões nos dois sentidos da Avenida Rodrigues Alves, de acordo com levantamento da Polícia Militar. O protesto começou por volta das 18h de segunda-feira. A manifestação, que começou na Praça Rui Barbosa, foi acompanhada por cerca de 30 policiais para garantir a segurança dos manifestantes que seguiram com o protesto de maneira pacífica. Segundo ativistas, a manifestação é contra o reajuste do transporte público e a renovação do contrato da prefeitura com as empresas que prestam o serviço.






Em Guarujá, os manifestantes se concentraram, por volta das 17h, na praia de Pitangueiras, e percorreram vias em protesto contra o reajuste da tarifa de ônibus e contra a corrupção. O destino do grupo era a Prefeitura da cidade, e até lá eles passaram pelas principais avenidas do município. Por volta das 19h, os manifestantes paralisaram os dois lados da avenida Puglisi, perto do túnel. O último aumento de passagem na cidade foi em março, de R$ 2,60 para R$ 2,90. Os moradores também sofreram com o reajuste dos ônibus intermunicipais, que tem linhas nas cidades da Baixada Santista. Por causa do ato, o trânsito ficou complicado em algumas vias.






Em Itapetininga, cerca de 300 pessoas saíram às ruas na cidade, segundo os manifestantes. A PM não divulgou balanço oficial. O grupo protestava contra um decreto do Executivo que reajustou a taxa de iluminação pública em até 50% para residências. O protesto começou na sessão da Câmara de Vereadores, e a sessão do dia foi suspensa. Saindo do local, os manifestantes se dirigiram ao shopping da cidade.






Em Santos, cerca de mil pessoas ocuparam a avenida da praia no quarto dia de protestos contra o aumento nas tarifas de ônibus na Baixada Santista. O manifestantes pediam mais qualidade no transporte e passe livre para estudantes, desempregados e trabalhadores. Os manifestantes saíram da Avenida Conselheiro Nébias, no bairro Boqueirão, com cartazes, faixas e apitos para chamar a atenção das autoridades e também da população, para que eles tenham o apoio dos moradores da cidade. O protesto seguiu até o terminal de balsas, na Ponta da Praia.





Pelo menos 200 manifestantes, a maioria adolescentes, se reuniram em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, para apoiar os protestos contra a tarifa do transporte público. Eles criticaram a ação policial na capital, no confronto que terminou com feridos na última quinta-feira. Os manifestantes percorreram ruas da região central, o que prejudicou o trânsito. O protesto teve início por volta das 17h30 na Praça Monsenhor Marcondes e seguiu até o Paço, onde contou com um carro de som. (Postado por O Controle da Mente ? Fonte: G1)

Brasil Nova Moda! Rapazes começam a usar roupas femininas em SP

Publicado: 2013-06-17 às 23:04 no blog Neuróticos Anônimos
O movimento começou dentro das escolas de São Paulo. Nesta semana, dois alunos foram advertidos por usarem saias. A atitude gerou protestos e abriu a discussão sobre o assunto. Assista o vídeo:

(Postado por O Controle da Mente ? Fonte: R7)

Brasil Menino de 11 anos engravida mãe de seu colega de 36

Publicado: 2013-06-17 às 14:59 no blog Neuróticos Anônimos
Um menino de 11 anos da Nova Zelândia engravidou uma mulher de 36 anos, mãe de um amigo seu da escola, segundo informou o jornal local ?New Zealand Herald?. O caso levantou questões sobre por que as mulheres no país não podem ser acusadas de estupro. Conselheiros que trabalham na área do abuso sexual disseram que o caso destaca a falta de atenção às mulheres como potenciais criminosas, de acordo com o jornal. Após a descoberta do caso, uma revisão da lei foi solicitada para que o crime de estupro não se aplique apenas aos homens. A ministra da Justiça do país, Judith Collins, disse que iria investigar o caso, segundo o ?New Zealand Herald?. "Este caso levanta um ponto importante. Vou procurar aconselhamento de funcionários sobre se uma mudança na lei é ou não necessária", disse Collins. A mulher e o menino, cujos nomes não foram divulgados, vivem no distrito principal de North Island, em Auckland. O diretor da escola do menino disse ao ?New Zealand Herald? que ficou chocado quando a criança lhe disse o que estava acontecendo. "Você não vai ficar muito feliz comigo", lembrou o diretor das palavras do menino no ano passado. Ele disse que tinha tido relações sexuais com a mãe do seu amigo e que ?isso precisava parar". A organização ?Male Survivors of Sexual Abuse? (sobreviventes masculinos de abusos sexuais, na tradução) disse que se o caso for provado, a mulher deve ser responsabilizada. Sob a lei da Nova Zelândia, o crime de estupro só se aplica a homens e tem como pena máxima 20 anos de prisão. Mulheres que forçam um homem a ter relações sexuais enfrentam a acusação de violação sexual, com pena máxima de 14 anos. De acordo com o jornal, funcionários do governo, que tomaram conta do bebê há cerca de dois meses, confirmaram que eles estavam lidando com um caso na escola do menino e que isso estava nos tribunais, mas se recusaram a comentar o caso. A polícia também se recusou a comentar. O ?Herald? informou que o menino, que já fez 12 anos, também está sob os cuidados do governo. (Postado por O Controle da Mente ? Fonte: G1)

Brasil Luta de capoeira acaba em morte!

Publicado: 2013-06-16 às 15:55 no blog Neuróticos Anônimos
Dois garotos brincando de lutar capoeira se desentendem a ponto de um puxar a arma para o outro.

(Postado por O Controle da Mente ? Fonte: you tube)

Brasil A autonomia do sujeito psicótico no contexto da reforma psiquiátrica brasileira

Publicado: 2013-03-22 às 15:14 no blog Saùde Mental e Cidadania
A partir da década de 70, percebe-se no país alguns movimentos de crítica ao modelo hospitalocêntrico no que se refere à assistência psiquiátrica. A violência nos manicômios e a exclusão já eram pautas de discussões que reivindicavam os direitos do doente mental. Os principais questionamentos se relacionavam à natureza do modelo privatista e à sua incapacidade de produzir um atendimento que contemplasse as necessidades de seus usuários. Entretanto, ainda não havia um modelo de cuidado muito claro e nem uma proposta estruturada de intervenção clínica.

Foi só na década de 80 que o movimento pela reforma psiquiátrica, no Brasil ganhou importância, tanto política como social. Tal período, marcado pelo final da ditadura, abriu a possibilidade de mudanças no setor da saúde e permitiu a participação de outros setores, que não os médicos, nesse processo. Ganhou ênfase também uma série de críticas às noções de clínica e cidadania, ambas ancoradas em uma concepção universal de sujeito, em que a normalidade deveria ser reconstituída. Para Birman (1992), a construção de um novo espaço social para a loucura exigia que a noção de cidadania e a base do saber psiquiátrico fossem colocados em debate. Era preciso inventar novos locais, instrumentos técnicos e terapêuticos, como também novos modos sociais de estabelecer relações com esses sujeitos.

Nessa trajetória, a influência da psiquiatria democrática italiana, a partir de meados dos anos 80, ganhou força no país. Este movimento propunha o questionamento da suposta universalidade do racionalismo científico das psiquiatrias, desvelando sua pretensa neutralidade. Novos protagonistas, como usuários e familiares, aumentaram o coro de reivindicações por outras possibilidades de atenção, espaços e avanços técnicos. Corroboraram esta tendência, a implementação de experiências de hospitais-dia; a inserção do movimento psicanalítico em vários setores, a realização da 1ª Conferência Nacional de Saúde Mental no Rio de Janeiro, em 1987, considerada um marco histórico na psiquiatria brasileira; a criação do Centro de Atenção Psicossocial Professor Luiz Cerqueira, em São Paulo, no mesmo ano; a intervenção, em 1988, na Casa de Saúde Anchieta, em Santos e o Projeto de Lei do deputado federal Paulo Delgado.

Nos anos 90, assistimos a criação e consolidação de propostas como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Núcleos de Atenção Psicossocial (NAPS), Lares Abrigados, etc. , embora, desde os anos 80, algumas experiências já estivessem sendo desenvolvidas (Venancio, 1990) e apesar do fato dos hospitais psiquiátricos ainda absorverem a maior parte das verbas destinadas à assistência em psiquiatria (Alves, 1994). A esta década parece ter ficado o papel de, efetivamente, implementar novos dispositivos, sem perder o compromisso da reflexão e do fluxo constante de avaliações, sem os quais corre-se o risco de produzir novos enclausuramentos e novas hegemonias.

Algumas Reflexões Sobre o Conceito de “Autonomia”

A palavra autonomia é originada do grego para designar a capacidade de um indivíduo de se autodeterminar, de se auto-realizar, de autos (si mesmo) e nomos (lei). No Dicionário encontramos: autonomia. sf 1. qualidade ou estado de autônomo, independente, livre. Autonomia. 1. faculdade de se governar por si mesmo. Autonomia significa então auto-construção, autogoverno. A discussão travada em torno deste conceito é recente e encontra-se em outras instâncias da sociedade como autonomia na escola, autonomia operária, autonomia institucional. Contudo, no campo da saúde mental o conceito parece recobrir-se de sentidos imprecisos. Como lidar com este tema quando se trata de sujeitos destituídos de todo e qualquer valor ao receber o atributo de doente mental? Outra pergunta que pode ser feita é se as instituições que utilizam novos dispositivos assistenciais, contrários àqueles do tradicional manicômio, propiciam a produção de autonomia para os usuários que se beneficiam do tratamento?

Parece que o ponto nodal está em definir o que pode ser entendido como autonomia para nós e para a clientela assistida. De acordo com Leal a produção de autonomia pode ser caracterizada em duas vias: Primeiro o abandono da expectativa de resolutividade e eficácia a partir da comparação com o nosso desempenho; e segundo a criação de outras possibilidades de vida a partir deste outro padrão de subjetivação (Leal, 1994:153). Outra questão diretamente interligada ao tema diz respeito à possibilidade de repensar o processo de cura em psiquiatria a partir da discussão de uma autonomia possível. Dessa forma, entra em cena também a polêmica entre autonomia e tutela. Segundo Delgado (1992), todo cuidado implica um grau de tutela, todo serviço de caráter protetivo, tem a função de tutela. Entretanto, as atuais modalidades assistenciais não visam mais a adequação a um padrão único de subjetividade, seu sentido sendo bastante diferente daquele instituído pela clínica clássica.

Pode-se observar que no Brasil, a tradição de pesquisa sobre a produção de autonomia é ainda muito recente, principalmente na área com a qual estamos lidando. Um dos impasses é como avaliar ou quais critérios eleger para que a realidade possa ser retratada sem que seja reduzida a padrões universalizantes e reducionistas. Observa-se atualmente, a realização de alguns estudos (Pitta, 1997) sobre o assunto pautado na definição e avaliação de critérios chamados pragmáticos e apragmáticos, como autonomia para higiene, alimentação, medicação, ir e vir, trabalho e relações sociais (família, amigos, grupos sociais). No entanto, quando se trata de uma clientela específica como é o caso dos sujeitos psicóticos, a adoção de tais critérios não nos parece suficiente.

Assim, uma concepção possível para autonomia seria pensá-la como o momento em que o sujeito passa a conviver com seus problemas de forma a requerer menos dispositivos assistenciais do próprio serviço. Assim, caberia à instituição funcionar como um espaço intermediário, um local de passagem, na medida em que possibilitaria aos usuários um aumento de seu poder contratual, emprestando-lhe, segundo Tykanori (1996), sua própria contratualidade. Importa menos, neste sentido, criar e impor critérios de autonomia para esta clientela, mas observar qual seria o lugar ocupado pela questão no interior de uma nova perspectiva de atenção à loucura, como a instituição a concebe e promove no cuidado de seus usuários.

Fonte:
Núbia Schaper SantosI, *; Patty Fidelis de AlmeidaII, **; Ana Teresa VenancioIII, ***; Pedro Gabriel DelgadoIII, ****
I Universidade Federal de São Carlos
II Escola Nacional de Saúde Pública / Fundação Oswaldo Cruz
III Núcleo de Pesquisa do Instituto Franco Basaglia - RJ